LIVROS PARA DOWNLOAD DO V.M. SAMAEL AUN WEOR
Acesse os livros on-line do V.M. Samael Aun Weor através do endereço abaixo.
Essas são as cinco obras básicas do autor:
-Tratado de psicologia revolucionaria;
-A grande rebelião;
-O mistério do áureo florescer;
-Sim há inferno, sim há diabo, sim há carma;
-As três montanhas.
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domingo, dezembro 24, 2006
segunda-feira, dezembro 18, 2006
POESIA - VIVÊNCIA EM ILUSÕES
Reminiscencias do erro
corroendo em gritantes apelos,
a languidês em palavras
fracas nas atitudes se faz forte
A morte em ações
que adulteram
fornece prazer
no adultério da natureza própria
que devia ser transcendida
Seguindo o erro
o homem se inferiomente altera
errando o caminho,
quedando no que supõe vida,
sendo o deleterio,
rio sujo que desagua a evaporar,
consumido nas próprias paixões,
vivência em ilusões
corroendo em gritantes apelos,
a languidês em palavras
fracas nas atitudes se faz forte
A morte em ações
que adulteram
fornece prazer
no adultério da natureza própria
que devia ser transcendida
Seguindo o erro
o homem se inferiomente altera
errando o caminho,
quedando no que supõe vida,
sendo o deleterio,
rio sujo que desagua a evaporar,
consumido nas próprias paixões,
vivência em ilusões
sábado, dezembro 16, 2006
POESIA - MOMENTOS LEVES
Momentos leves
o que traga
destroi a alma,
levados por correntes destoam
de toda a criação como glória
Os dias submergem,
o mundo se apetece
com o víl, o caos semeia-se fertíl
para o que é infertil,
a vida ébria fenece
O vital é cambiado pelo letal,
vãs sombras,
tudo se corroi
o que traga
destroi a alma,
levados por correntes destoam
de toda a criação como glória
Os dias submergem,
o mundo se apetece
com o víl, o caos semeia-se fertíl
para o que é infertil,
a vida ébria fenece
O vital é cambiado pelo letal,
vãs sombras,
tudo se corroi
POESIA - GRAUS DE IGNORÂNCIA
Graus de ignorância
Colaborando com o caos,
eras destruidoras,
vingas que constituem terreno
para o que será como vingança,
o mundo destruido tragando
as vidas dos que desolaram a vida
transtornando o espaço comum
transformando-o abiótico,
distorcendo a esperança
lançando-a ao que não é digno de tal
lídima capacidade, ébria, tempos do fim,
graus de ignorância
Colaborando com o caos,
eras destruidoras,
vingas que constituem terreno
para o que será como vingança,
o mundo destruido tragando
as vidas dos que desolaram a vida
transtornando o espaço comum
transformando-o abiótico,
distorcendo a esperança
lançando-a ao que não é digno de tal
lídima capacidade, ébria, tempos do fim,
graus de ignorância
quinta-feira, dezembro 14, 2006
POESIA - NA SOLIDÃO
Na solidão
Em que se encontra
Encontrando o que não
É do comum ou indo em oposição, contra.
Na síntese além do sublime
Onde afagos não convencem, não por ser ingrato,
Mas a inquietude que anima
Indo trans ao que se conote
Como de bom grado.
Homens vivendo
Ultrapassando âmbitos,
Súbitos, na serena calma e sua guerra
Contra suas estatizantes feras.
No infinito,
Trans ao infinito,
Trans a tudo,
Fluindo a seu direito, ser Rei do mundo,
Não do conceito comum,
Do íntegro, verdadeiro.
Em que se encontra
Encontrando o que não
É do comum ou indo em oposição, contra.
Na síntese além do sublime
Onde afagos não convencem, não por ser ingrato,
Mas a inquietude que anima
Indo trans ao que se conote
Como de bom grado.
Homens vivendo
Ultrapassando âmbitos,
Súbitos, na serena calma e sua guerra
Contra suas estatizantes feras.
No infinito,
Trans ao infinito,
Trans a tudo,
Fluindo a seu direito, ser Rei do mundo,
Não do conceito comum,
Do íntegro, verdadeiro.
POESIA - NA SOLIDÃO
Na solidão
Em que se encontra
Encontrando o que não
É do comum ou indo em oposição, contra.
Na síntese além do sublime
Onde afagos não convencem, não por ser ingrato,
Mas a inquietude que anima
Indo trans ao que se conote
Como de bom grado.
Homens vivendo
Ultrapassando âmbitos,
Súbitos, na serena calma e sua guerra
Contra suas estatizantes feras.
No infinito,
Trans ao infinito,
Trans a tudo,
Fluindo a seu direito, ser Rei do mundo,
Não do conceito comum,
Do íntegro, verdadeiro.
Em que se encontra
Encontrando o que não
É do comum ou indo em oposição, contra.
Na síntese além do sublime
Onde afagos não convencem, não por ser ingrato,
Mas a inquietude que anima
Indo trans ao que se conote
Como de bom grado.
Homens vivendo
Ultrapassando âmbitos,
Súbitos, na serena calma e sua guerra
Contra suas estatizantes feras.
No infinito,
Trans ao infinito,
Trans a tudo,
Fluindo a seu direito, ser Rei do mundo,
Não do conceito comum,
Do íntegro, verdadeiro.
terça-feira, dezembro 12, 2006
POESIA - O VÍL QUE ENGANANDO APETECE
Nos momentos tudo se perde
não vivendo o momento
ferindo a alma
o vão alimenta o víl que enganando
apetece
No caos da glória
de estar em pódios
de perdição
erguidos como topos de honra,
a desgraça, brindam com a autêntica
inotória desonra
O mundo segue
alguns vivem em vida,
muitos sucumbem no cotidiano em morte
não vivendo o momento
ferindo a alma
o vão alimenta o víl que enganando
apetece
No caos da glória
de estar em pódios
de perdição
erguidos como topos de honra,
a desgraça, brindam com a autêntica
inotória desonra
O mundo segue
alguns vivem em vida,
muitos sucumbem no cotidiano em morte
domingo, dezembro 10, 2006
POESIA - O QUE VÃO APETECE
Nos limiares de todo encanto que é morte
fenece sem sentido
o que se faz padecer em distorcidas lógicas
O mundo pede
Todos pedem
O que cede
Vira mentira
Retirando-se de sí,
vira caos
desordenado, versado como túmulo
a vida já não é mais vida
perdeu-se por deixar de ser autênticamente vivida
Homens lançando-se ao caos,
a moral dos dias,
a imoral de aceitar-se como podre
exaltando o que fere, mata, morre
Dias, dias
mal vividos, eloquência ao vão justifica;
o que não importa é o que importa,
selos são feitos para inexistir
como irreal, mentira do seu mundo
exterior artificial pelos erros concebido,
como sombra escrava do "sí",
preferindo o que já conhece,
perdendo-se no que vão apetece
fenece sem sentido
o que se faz padecer em distorcidas lógicas
O mundo pede
Todos pedem
O que cede
Vira mentira
Retirando-se de sí,
vira caos
desordenado, versado como túmulo
a vida já não é mais vida
perdeu-se por deixar de ser autênticamente vivida
Homens lançando-se ao caos,
a moral dos dias,
a imoral de aceitar-se como podre
exaltando o que fere, mata, morre
Dias, dias
mal vividos, eloquência ao vão justifica;
o que não importa é o que importa,
selos são feitos para inexistir
como irreal, mentira do seu mundo
exterior artificial pelos erros concebido,
como sombra escrava do "sí",
preferindo o que já conhece,
perdendo-se no que vão apetece
sábado, dezembro 09, 2006
POESIA - SEM NEXO
Homens sem nexo
com o próprio plexo
de suas mais importantes forças
desviados por seus erros à ir a auto-forca
Esquecendo de tudo
que não seja
o improfícuo,
vivendo para o aviver
consumando o de se destruir delito,
o homem não é mais vida
esquecendo o da criança sorriso,
o do recém nascido vagido
O mundo sofre,
todos esquecem-se de tudo
no tudo de seus mundos,
todos sofrem por seguirem quedados
cavando com a destruição os próprios túmulos
com o próprio plexo
de suas mais importantes forças
desviados por seus erros à ir a auto-forca
Esquecendo de tudo
que não seja
o improfícuo,
vivendo para o aviver
consumando o de se destruir delito,
o homem não é mais vida
esquecendo o da criança sorriso,
o do recém nascido vagido
O mundo sofre,
todos esquecem-se de tudo
no tudo de seus mundos,
todos sofrem por seguirem quedados
cavando com a destruição os próprios túmulos
sábado, dezembro 02, 2006
POESIA - POUCOS PRÓPICIOS
Na multitude de toda
a não plenitude
quedam-se humanos inumanos
em fazer-se detritos
pólos de pólos de toda classe de apetências
incongruências, o vão, o poli desvaler
Perder-se em eras
perder-se em caos
retornar ao vago
em fluxo herdado do próprio vago
a vida perde-se em sumo
sendo sugada pelo que não é síntese, resumo
O lídimo cai
tempos de perdição
poucos visam sair do esquema de destruir-se
sair do modo dos vícios
a Homens ser própocios
a não plenitude
quedam-se humanos inumanos
em fazer-se detritos
pólos de pólos de toda classe de apetências
incongruências, o vão, o poli desvaler
Perder-se em eras
perder-se em caos
retornar ao vago
em fluxo herdado do próprio vago
a vida perde-se em sumo
sendo sugada pelo que não é síntese, resumo
O lídimo cai
tempos de perdição
poucos visam sair do esquema de destruir-se
sair do modo dos vícios
a Homens ser própocios
Quanto ao índice de postagens
Quanto ao índice das postagens:
Infelizmente por problemas técnicos o índice de acesso as postagens não está aparecendo, isto será resolvido, ademais desejo boa leitura apesar do inconveniente.
Infelizmente por problemas técnicos o índice de acesso as postagens não está aparecendo, isto será resolvido, ademais desejo boa leitura apesar do inconveniente.
sábado, novembro 25, 2006
POESIA - DANTES
Momentos calmos
no inarmonico,
sentindo a vida
como um feliz; ilúcido, nesse caso, "feliz", em coma.
Todos os dias se perdem
no afã de sensações,
o olhar mostra ébriação.
Tudo Dantes
feito presença,
queda em viva consequência.
Rompendo com o tino
de todo existir lídimo,
o que perde-se por meios dos meios
que não são dignos, vivencia em toda classe de ritimos.
no inarmonico,
sentindo a vida
como um feliz; ilúcido, nesse caso, "feliz", em coma.
Todos os dias se perdem
no afã de sensações,
o olhar mostra ébriação.
Tudo Dantes
feito presença,
queda em viva consequência.
Rompendo com o tino
de todo existir lídimo,
o que perde-se por meios dos meios
que não são dignos, vivencia em toda classe de ritimos.
terça-feira, novembro 21, 2006
O planeta Hercolubus - O relato do V.M. Rabolu

Tema um tanto atual e deveras sem par é o de nossa instabilidade geológica, que assola de forma cada vez mais forte o Planeta. Há prognósticos e estatísticas, avaliações científicas sobre o problema. A questão que permanece aos pobres mortais é que não se dá importância essencial ao que ocorre catastroficamente, a visão vã que abre e folheia os jornais, e, despercebidamente com os dias as imagens desoladoras que vão sequencialmente surgindo, também nas emissoras televisivas; seguindo nessa modalidade de apreensão e avaliação de notícias onde esquece-se de tudo que foi visto de assombrosa forma natural sem importância ao vital. Indícios de uma época de superficialidades? A cada um cabe a resposta.
Apontando seguramente o quadro que há quanto ao ocorrente no planeta, um índio colombiano chamado Joaquim Henrique Amortegui Valbuena, o V.M. Rabolu, indivíduo de toda forma singular, que atuou em cerca ou em mais de quarenta países do mundo entregando a sua sabedoria acerca de auto-conhecimento e o conseqüente conhecimento acerca do infindo universo, Gnose, Gnosticismo. V.M. Rabolu, indo precisamente ao cerne desse texto, escreveu uma obra lançada em meados de dois mil, período em que veio a falecer, intitulada "Hercolubus ou Planeta Vermelho" que trata-se de um livro contundente e diretamente esclarecedor com precisão quanto ao seu conteúdo de previsões e análises do que sucede a terra.
O livro relata acerca da existência de um planeta gigantesco, cerca de cinco, seis vezes maior que Júpiter, fato conhecido pelos cientistas, que aproxima-se periculosamente do nosso planeta, com conseqüências que serão descritas mais adiante, além do resultado dos testes atômicos no oceanos que como o autor descreve é um corpo vivo que inala e exala e ao isso realizar contamina a biosfera, além de provocarem gretamentos, aberturas no fundo onde se encontra o oceano, concluindo-se isso em catástrofes como maremotos, terremotos e o aquecimento das águas devido ao contato com o fogo do interior terrestre. Aborda quanto a vida interplanetária enfocando dois planetas (Vênus e Marte) fornecendo detalhes quanto ao modo de vida desses seres e a atuação cabal que terão em auxiliar os humanos terrestres, aqueles que sejam selecionados a serem resgatados do cataclisma que lentamente se irá desencadeando. O cataclisma, esse, trata-se das conseqüências dos já mencionados testes atômicos e também quanto a influência que ocorrerá no eixo da terra devido a todo o quadro invertendo-o, submergindo a superfície onde vive-se na água. O caos que assolará a vida no planeta.
Com a aproximação de Hercolubus a alteração da vida se fará mais constante, o dinheiro sumirá, as grandes potências (países) ficarão em ruínas, os já citados tremores, terremotos, indícios do caos, surgirão. Doenças sem resolução pela ciência oficial se farão presentes quando o Planeta Vermelho se por ao lado do sol. Epidemias...
Anteriormente nesta resenha mencionou-se quanto da seleção de humanos a serem resgatados pelos seres viventes em outros planetas (em naves interplanetárias) em relação a essa questão ou modo de atuação ao cabível resgate, os dois últimos capítulos do livro explicam o modo acessível ao conhecimento do proceder nesses quesito. Tratam-se seqüencialmente das partes chamadas "A morte" e o Desdobramento Astral".
"A Morte" ensina a didática de como proceder a eliminar o Ego, eu psicológico que converte o ser humano em algo perverso com as características comuns a esse, os defeitos capitais como citados no livro a luxuria, a vingança, a ira, o orgulho, etc., ao realizar ou por em prática esse processo aquele que dessa maneira agir irá aumentando sua essência, alma, e separando-se do círculo involutivo da humanidade assim tão comum.
Em "O Desdobramento Astral" é ensinado como realizar ou por em prática a faculdade de nome homônimo, igual ao do capítulo, que se trata do fenômeno do quando ao dormir o corpo físico, o que permanece na cama em repouso, um corpo sutil, chamado astral, desprender-se e ir a quinta dimensão, onde se realizam os sonhos, que tal como é explicado ao efetuar-se o citado fenômeno de forma inconsciente a experiência que recorda-se então é a de um sonho. O livro esplana a didática de como fazer o desdobramento de forma consciente e mover-se fora do corpo físico a vontade elucidando as possibilidades de conhecer pessoalmente anjos, hierarquias, a virgem, ensinando a viajar dessa forma por meio do Pai interno, "Espírito Divino" como o próprio autor escreveu.
O V.M. Rabolu textuou: "A desintegração dos defeitos e o desdobramento astral são as únicas fórmulas que há para o resgate". Algo de interessante a ser salientado é que esse acessível livro no Brasil já atingiu 90.000 cópias impressas na oitava edição e encontra-se na nona e é best-seller em alguns outros, como também foi traduzido em cerca de dez idiomas e distribuído em mais de vinte países.
Na contra-capa do livro há estas afirmações: "O que afirmo neste livro é uma profecia a muito curto prazo, porque me consta o final do planeta, conheço-o. Não estou assustando, senão prevenindo, porque tenho angústia por esta pobre humanidade já que os fatos não se fazem esperar e não há tempo a perder em coisas ilusórias".
Nota: O livro continua sendo impresso e já atinge cerca de quarenta países ou mais.
Imagens: divulgação.
Samael Aun Weor (Vídeo) - La Tercera Guerra Mundial
Fala sobre a terceira guerra mundial, profecias relativas, sendo a tewrceira considerada a pior; a que vem. O desaparecimento das principais cidades do mundo com as explosões nucleares.
terça-feira, novembro 14, 2006
POESIA - CONCEITO DE VIDA
Morrendo pelo imoral
Que é a moral
Vidas condicionam-se
À ser algo,
No algo um conceito, um estado, condicionação.
Trilhas perdidas,
Na ilusão isso segue,
Existindo sem existir, perâmbulando
Que é a moral
Vidas condicionam-se
À ser algo,
No algo um conceito, um estado, condicionação.
Trilhas perdidas,
Na ilusão isso segue,
Existindo sem existir, perâmbulando
POESIA - MENTIRA
Na integra
Não existe integra,
Dissipando tudo,
Tudo é nada,
Nada é tudo.
Surgem verdades,
Morrem.
A verdade morreria
para nascer outra sendo idade?
O tempo refere a verdade,
Verdades?
Uma única e várias nascem das idéias,
juntando emaranhados.
Viver na mentira é uma regra dos séculos.
Não existe integra,
Dissipando tudo,
Tudo é nada,
Nada é tudo.
Surgem verdades,
Morrem.
A verdade morreria
para nascer outra sendo idade?
O tempo refere a verdade,
Verdades?
Uma única e várias nascem das idéias,
juntando emaranhados.
Viver na mentira é uma regra dos séculos.
sexta-feira, novembro 10, 2006
POESIA - OCORRÊNCIAS(EXISTÊNCIAS?)
A vida é mentida,
laços percorrem neblinando o anatural,
as ocorrências delituosas seguem
como casual.
laços percorrem neblinando o anatural,
as ocorrências delituosas seguem
como casual.
quinta-feira, novembro 09, 2006
POESIA - DESVELAR
Recente,
crescer sem o ressente.
Vida, ânimo, calma.
Estudo ininteligivel ao só tangivel,
a voz dos céus,
Deus,
Ele, retira os Véus.
crescer sem o ressente.
Vida, ânimo, calma.
Estudo ininteligivel ao só tangivel,
a voz dos céus,
Deus,
Ele, retira os Véus.
POESIA - DISPOSTO
No espaço
entre todos os passos
longas evoluções,
resta saber à que são, se real ou ilusões.
Posto à não ser disposto,
ser vida,
sem quedas, vida,
mesmo quando queda
não sendo caído; vida Real, sem mentiras.
Liturgia do autêntico,
vida sem conceitos de vida.
entre todos os passos
longas evoluções,
resta saber à que são, se real ou ilusões.
Posto à não ser disposto,
ser vida,
sem quedas, vida,
mesmo quando queda
não sendo caído; vida Real, sem mentiras.
Liturgia do autêntico,
vida sem conceitos de vida.
segunda-feira, novembro 06, 2006
POESIA - CONSTANTE
Na totalidade;
não há totalidade.
Estado de pleni;
não há o pleni.
Não há limites, o Universo é constante.
não há totalidade.
Estado de pleni;
não há o pleni.
Não há limites, o Universo é constante.
SOBRE O PROBLEMA COM AS POSTAGENS
Problema resolvido, no entanto a ordem não está na das datas que foram publicadas.
domingo, novembro 05, 2006
INFORMAÇÕES SOBRE JUDAS ISCARIOTES REVELADAS
Endereço na Web:
Informações desveladas sobre Judas Iscariotes
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/01/060120_judasassiminavlahoufn.shtml
Informações desveladas sobre Judas Iscariotes
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/01/060120_judasassiminavlahoufn.shtml


