quarta-feira, abril 01, 2009

Elementos e perdas

Receita para a vida
Não está na comum vida
As vias e o entendimento morto
São pelejas onde cai
O vulgo de toda classe de tipos vultos
Na verdade que não penetram

sexta-feira, novembro 28, 2008

Matéria da Revista UFO falando acerca do Planeta X ou Nibiru

O planeta X, Nibiru apontado por Samael Aun Weor e pelo V.M. Rabolu com o nome Hercolubus (vide a obra "Hercolubus ou planeta vermelho" do autor Rabolu) está comfirmado sob a forma de um astro que se apróxima do nosso planeta, coincidindo com às profecias Maias relativas ao início do fim em 2012.

O planeta está corroborado, embora sem menções a estes autores ou ao nome que denominam o planeta, bem como a data de seu aproximamento. Vide esta matéria no site da UFO.

Vale lembrar que Hercolubus foi apontado bem antes pelos mesmos em relação às informações que chegam. Também rememorando que Samael faleceu em 1977 e no site, com às notícias no link acima, acusam às primeiras descoberta do astro em 1983.

O V.M. Samael dando conferência sobre Hercolubus:


Vídeo sobre Hercolubus:
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sábado, setembro 27, 2008

A História das Coisas

Este interessante vídeo fala acerca de como as coisas (objetos em geral fabricados) chegam até nós e toda à cadeia que há por trás envolvendo a produção. Muitos dados são repassados de uma maneira simples e inteligente, com animações rabiscadas enquanto a apresentadora em forma de palestra vai falando.

A História das Coisas



Baixe o vídeo aquí

Leia o texto narrado completo adiante ou clique neste mesmo link de onde foi retirado:


Tradução


Base para legendas, roteiros e publicações impressas.



Enviado por Nina Garcia, da comunidade PERMACULTURA no Orkut
Vocês têm um destes? (desconectando-se de um ipod)
Sou louca pelo meu, na verdade adoro todas as minhas coisas.
Já se perguntou de onde vem todas as coisas que compramos
e para onde vão quando nos desfazemos delas?
Não conseguia deixar de pensar nisso,
por isso quis saber mais sobre o assunto.
E os livros diziam que as coisas se deslocam ao longo de um sistema:
Da Extração para a Produção, para a Distribuição,
para o Consumo, e para o Tratamento de Lixo.
Isso tudo se chama 'A Economia de Materiais'.
Bem, estudei um pouco mais.
Eu passei dez anos viajando pelo mundo atrás de pistas
de onde vêm as nossas coisas e para onde vão.
E sabe o que descobri?
Esta não é toda a história.
Falta muita coisa nesta explicação.
Em primeiro lugar, neste sistema parece que tudo está bem.
Sem problemas!
Mas, na verdade é um sistema em crise.
porque tratar-se de um sistema linear e nós vivermos num planeta finito,
e não se pode gerir um sistema linear num planeta finito, indefinidamente.
Em todas as suas etapas, este sistema interage com o mundo real.
A vida real não acontece numa página em branco,
interage com sociedades, culturas, economias, o ambiente,
e durante as etapas a vida vai se chocando contra os seus limites.
Limites que aqui não vemos porque o diagrama está incompleto.
Então, voltemos atrás pra preencher alguns espaços e ver o que falta.
Um das coisas mais importantes em falta são as pessoas.
Sim, pessoas!
As pessoas vivem e trabalham em todas as etapas deste sistema.
Onde algumas pessoas são um pouco mais importantes que outras,
algumas têm maior poder de decisão.
Quem são elas?
Comecemos pelo governo.
Meus amigos dizem que devia usar um tanque para simbolizar o governo
e isso é uma realidade em muitos países, e cada vez mais também no nosso,
afinal, mais de 50% dos nossos impostos vão para os militares.
Mas vou usar uma pessoa para simbolizar o governo,
porque acredito nos valores e na visão
de que o governo deve ser das pessoas, pelas pessoas, para as pessoas.
A função do governo é olhar por nós, cuidar de nós.
É esse o seu trabalho!
Depois vêm as corporações.
O que leva as corporações parecerem maiores que o governo
é porque elas são maiores que o governo.
Atualmente, entre as 100 maiores economias na Terra, 51 são corporações.
À medida que as corporações foram crescendo em tamanho e poder
assistimos a uma pequena mudança no governo,
como se estivessem mais preocupados com o bem estar deles do que com o nosso.
Muito bem.
Então vejamos o que mais falta nesta imagem.
Começaremos pela Extração,
que é uma palavra pomposa para 'exploração de recursos naturais',
que, por sua vez, é uma palavra pomposa para 'destruir o planeta'.
A verdade é que cortamos as árvores,
arrebentamos as montanhas para extrair os metais,
consumimos toda a água e exterminamos os animais.
Aqui enfrentamos o nosso primeiro limite.
Estamos ficando sem recursos naturais.
Estamos utilizando demasiados materiais.
Sei que isto pode ser difícil de ouvir, mas é a verdade,
por isso temos de lidar com isso.
Durante apenas as três últimas décadas,
foram consumidos 33% dos recursos naturais do planeta.
Desapareceram!
Cortamos, minamos, perfuramos e destruímos o planeta tão depressa
que estamos debilitando a capacidade do planeta
para sustentar o nosso modo de vida.
Aonde eu vivo, nos Estados Unidos,
resta-nos menos de 4% da nossa floresta original.
40% dos cursos de água estão impróprios para consumo.
E o nosso problema não é apenas estarmos utilizando demasiados recursos,
mas o fato de estarmos utilizando mais do que a nossa parte.
Temos 5% da população mundial, mas usamos 30% dos recursos mundiais
Se todos consumissem ao ritmo dos Estados Unidos,
precisaríamos de três a cinco planetas.
E sabe uma coisa? Só temos um!
Então, a resposta do meu país a esta limitação é simplesmente ir tomar dos outros,
Este é o terceiro mundo!
Que alguém dirá tratar-se apenas de uma expressão para designar
o local para onde foram as nossas matérias primas
E o que é que acontece? A mesma coisa! Destruição do local!
75% das zonas de pesca do planeta
estão sendo exploradas ao máximo ou além da sua capacidade.
Desapareceram 80% das florestas originais do planeta.
Só na Amazônia, perdemos 2.000 árvores por minuto.
O equivalente a um campo de futebol por minuto!
Então, e as pessoas que aqui vivem?
(apontando para o mapa do terceiro mundo)
Bem, de acordo com estes sujeitos,
(apontando para as grandes corporações)
eles não são donos destes recursos ,mesmo que vivam lá há gerações.
Não são donos dos meios de produção e não compram muitas coisas.
Neste sistema, quem não possuí nem compra muitas coisas não têm valor.
A seguir, as matérias primas seguem para a Produção,
aonde utilizamos energia para misturar químicos tóxicos com recursos naturais
para produzir produtos contaminados com tóxicos.
Há atualmente no comércio, mais de 100.000 químicos sintéticos,
apenas um punhado foi testado para avaliar o seu impacto na saúde,
e nenhum foi testado em relação aos impactos sinérgicos na saúde, ou seja,
à interação com todos os outros químicos aos quais estamos expostos diariamente.
Por isso, desconhecemos o impacto total deles na saúde e no ambiente.
Mas sabemos uma coisa: os tóxicos entram e saem.
Enquanto continuarmos a introduzí-los nos nossos sistemas de produção industrial,
continuaremos a inserir estes tóxicos nos produtos
que levamos para nossas casas, trabalho e escolas, e claro para nossos corpos.
Como os BFRs, ou retardantes de incêndio à base de brometo.
que tornam as coisas mais resistentes ao fogo, mas são super tóxicos.
São neurotóxicos, ou seja, tóxicos para o cérebro.
O que é que estamos fazendo usando estes químicos?
Apesar disso, os usamos em nossos computadores, eletrodomésticos, sofás,
colchões e até alguns travesseiros.
Sim, pegamos nossos travesseiros, os revestimos com neurotoxinas,
os levamos para casa e dormimos por 8 horas com eles!?!
Não sei... mas acho que num país com tanto potencial,
poderíamos ter uma maneira melhor de evitar que as cabeças peguem fogo a noite.
Sabia que essas toxinas se vão acumulando ao longo da cadeia alimentar
e se concentram nos nossos corpos?
Sabe qual é o alimento do topo da cadeia alimentar com nível mais elevado
de químicos tóxicos? O leite materno.
Isto significa que os menores membros das nossas sociedades,
os nossos bebês, recebem as maiores doses de químicos tóxicos das suas vidas
a partir do leite das suas mães.
Não acha que é uma incrível violação?
A amamentação deveria ser o mais importante ato humano de nutrição.
Devia ser algo sagrado e seguro.
A amamentação continua a ser o melhor e as mães devem amamentar,
mas nós devíamos proteger esse ato!
Eles (indicando as corporações/governos) deviam protegê-lo.
Eu pensava que estavam zelando pelos nossos interesses!
As pessoas que mais sofrem com estes produtos químicos são
os trabalhadores das fábricas, muitos são mulheres em idade reprodutiva que
trabalham com toxinas que afetam a gestação, carcinogênicos e muito mais.
Agora eu pergunto:
que tipo de mulher, em idade reprodutiva, trabalharia num emprego deste,
exposta a estas toxinas, a não ser uma mulher sem outra alternativa?
Essa é uma das 'maravilhas'deste sistema,
A erosão dos ecossistemas e economias locais, aqui,
(indicando o terceiro mundo)
garante um fluxo constante de pessoas sem alternativas.
No mundo, há 200.000 pessoas por dia se deslocando de ambientes
que as sustentaram ao longo de gerações, para cidades, aonde muitas vivem
em bairros de lata, à procura de emprego, por mais tóxico que seja.
Não só os recursos são desperdiçados ao longo deste sistema, mas também pessoas.
Comunidades inteiras que são desfeitas.
Sim, as toxinas entram e saem.
Muitas delas saem das fábricas em produtos,e muitas mais que saem
como subprodutos ou poluição, e estamos falando de muita poluição.
Nos Estados Unidos, as indústrias admitem liberar
mais de 1.800.000 kg de químicos tóxicos por ano.
Deve ser muito mais, porque isto é o que eles admitem.
Trata-se de outro limite, porque quem quer ver e respirar
1.800.000 kg de químicos tóxicos por ano?
Então o que eles fazem?
Mudam as fábricas poluidoras para o estrangeiro,
para poluir outros países.
Mas, surpresa!
Grande parte dessa poluição volta para nós trazida pelo vento.
E o que acontece depois de todos estes recursos naturais
serem transformados em produtos?
Passam por aqui, para a distribuição, o que significa
vender todo o lixo contaminado com toxinas o mais rapidamente possível.
Aqui, o objetivo é manter os preços baixos,
com as pessoas comprando os produtos em constante movimento.
Como eles mantêm os preços baixos?
Pagam salários baixos aos trabalhadores das lojas
e restringem o acesso aos seguros de saúde sempre que podem.
Tudo se resume em exteriorizar os custos.
O verdadeiro custo de produção não se reflete no preço.
Em outras palavras, não pagamos aquilo que compramos.
Outro dia estive pensando nisto.
Ia a caminho do trabalho e queria ouvir as notícias,
por isso entrei numa loja para comprar um rádio.
Encontrei um pequeno rádio verde e engraçado que custava $4.99 dólares.
Na fila do caixa pensei:
Como $4.99 podem refletir o custo da produção e transporte deste rádio
até ele chegar nas minhas mãos?
O metal deve ter sido extraído na África do Sul,
o petróleo, provavelmente do Iraque,
o plástico, produzido na China,
e, talvez, montado por uma criança de 15 anos numa fábrica do México.
$4.99 não paga nem o aluguel do espaço ocupado na prateleira
nem parte do salário do empregado que me atendeu
ou as viagens de navio e caminhão que o rádio fez.
Foi assim que eu me apercebi que eu não paguei o valor do rádio.
Então, quem pagou?
Estas pessoas (indicando o terceiro mundo) pagaram com a
perda do espaço dos seus recursos naturais.
Estas,(indicando a fábrica) pagaram com a perda do ar puro,
com o aumento de doenças como asma e câncer.
As crianças do Congo pagaram com o seu futuro, pois 30% delas
abandonam a escola para trabalhar nas minas de coltan,
um metal que usamos em aparelhos eletrônicos baratos e descartáveis.
Estas pessoas pagaram por não tere direito ao seguro de saúde.
Ao longo deste sistema,
pessoas contribuíram para que eu comprasse o rádio por $4.99.
Mas essas contribuições não são registradas por nenhum contabilista.
É isto que eu quero dizer com 'exteriorizar o verdadeiro custo de produção'.
E isso leva-nos até à seta dourada do Consumo.
o coração do sistema, o motor que o impulsiona.
É tão importante que proteger esta seta,
quese tornou prioridade daqueles dois sujeitos. (o governo e as corporações)
É por isso que após o 11 de Setembro, quando o nosso país estava em choque
e o presidente Bush poderia ter sugerido fazer luto, rezar, ter esperança...
Mas não... ele disse para fazermos compras! Compras!
Nos tornamos numa nação de consumidores.
Nossa principal identidade passou a ser de consumidores.
Não mães, professores, agricultores, mas consumidores!
Nosso valor é medido e demonstrado pelo quanto contribuímos para esta seta.
Quanto consumimos... não é isso que fazemos?
Compramos, compramos, compramos...
Manter os produtos circulando... e como circulam...
Sabe qual é a percentagem do total dos produtos que circulam através deste
sistema que ainda são usados 6 meses depois da venda na América do Norte?
50%? 20%? Não... Um por cento! Um!
Em outras palavras,
99% das coisas que nós cultivamos, processamos, transformamos,
99% das coisas que percorrem o sistema são lixo em menos de 6 meses.
Como é que podemos gerir um planeta com este nível de rendimento?
Mas não foi sempre assim.
Hoje, o consumidor médio americano consome o dobro de há 50 anos.
Perguntem à vossa avó.
No tempo dela a boa gestão, a engenhosidade e a poupança eram valorizados.
Então, como é que isto aconteceu?
Bem, não aconteceu simplesmente.Foi planejado.
Pouco depois da Segunda Guerra Mundial,
estes sujeitos (as corporações) estudavam a forma de impulsionar a economia.
O analista de vendas, Victor Leboux,
articulou a solução que se tornaria a norma de todo o sistema.
Ele disse:
"A nossa enorme economia produtiva"
"exige que façamos do consumo a nossa forma de vida,"
"que tornemos a compra e uso de bens em rituais,"
"que procuremos a nossa satisfação espiritual"
"a satisfação do nosso ego, no consumo..."
"Precisamos que as coisas sejam consumidas,"
"destruídas, substituídas e descartadas a um ritmo cada vez maior."
O conselheiro econômico do presidente Eisenhower disse:
"O principal objetivo da economia americana"
"é produzir mais bens de consumo."
Mais bens de consumo? O nosso principal objetivo?
Não é providenciar cuidados médicos,ou educação, ou transportes seguros,
ou sustentabilidade ou justiça?
Bens de consumo?!
Como é que eles nos fizeram adotar este sistema de forma tão entusiástica?
Bem, duas das suas estratégias mais bem sucedidas são:
a obsolescência planejada e obsolescência perceptiva.
Obsolescência planejada é uma outra forma de dizer
"criado para ir para o lixo".
Eles fazem as coisas de modo que sejam inúteis tão rápido quanto possível
para as jogarmos fora e voltarmos a comprar.
Isso é óbvio em sacolas ou copos de plástico, mas agora verifica-se isso
em coisas maiores como esfregões, DVDs, máquinas fotográficas,
churrasqueiras, quase tudo! Até computadores!
Já reparou que quando compra um computador,
a tecnologia muda tão rapidamente que em pouco anos se torna
quase um impedimento para a comunicação?
Fiquei curiosa e abri um destes computadores para ver o que tinha dentro.
E descobri que a peça que se muda a cada ano é apenas uma pecinha no canto.
Mas não se pode mudar apenas essa peça,
porque cada nova versão tem um formato diferente,
tem de jogar tudo fora e comprar um novo.
Estive lendo sobre o design industrial da década de 1950,
quando a obsolescência planejada começou a aparecer.
Esses designers eram muito claros sobre o assunto.
Chegavam a debater quão rápido conseguiam que um aparelho avariasse,
mas de modo a que o consumidor mantivesse fé suficiente para ir comprar outro.
Foi tão intencional!
Mas as coisas não avariam suficientemente rápido para manter esta seta funcionando.
Por isso, existe também a obsolescência perceptiva.
A obsolescência perceptiva nos convence a jogar fora coisas
que ainda são perfeitamente úteis.
Como fazem isso?
Mudam a aparência das coisas.
Por isso, se comprou suas coisas há alguns anos,
todos percebem que vocês não têm contribuído para esta seta.
E como nosso valor depende da nossa contribuição para esta seta,
isso pode ser embaraçoso.
Por exemplo, se eu tiver o mesmo monitor de computador gordo e branco
na minha mesa por 5 anos,
e a minha colega tiver comprado um computador novo,
ela vai ter um monitor plano, brilhante que combina com o computador,
com o celular e até com as canetas.
Ela parece estar operando uma nave espacial,
e eu... pareço que tenho uma máquina de lavar na mesa.
A moda é outro bom exemplo...
Já se perguntou porque os saltos dos sapatos das mulheres
passam de largos para finos num ano, e no próximo de finos para largos?
Não é por haver um debate sobre qual deles é mais saudável
É porque usar saltos largos num ano de saltos finos
mostra que não contribuiu recentemente para a seta,
por isso não vale tanto quanto a pessoa com saltos finos ao seu lado,
ou em um anúncio.
É para comprarmos sapatos novos.
A publicidade e a mídia em geral têm um papel importante nisto.
Cada um de nós nos Estados Unidos,
é bombardeado com mais de 3.000 anúncios por dia.
Vemos mais publicidade num ano do que as pessoas de há 50 anos viam em toda a vida.
Qual é o objetivo de um anúncio se não nos fazer infelizes com o que temos?
Por isso, nos dizem 3.000 vezes por dia que o nosso cabelo está errado,
nossa pele, nossas roupas, nossos móveis, nossos carros, nós estamos errados...
mas tudo se resolve se formos às compras.
A mídia também ajuda a esconder tudo isto e tudo isto.
(indicando ambos os extremos do fluxo do consumo)
Por isso, a única parte da economia que vemos são as compras.
A extração, produção e envio para o lixo, acontecem fora do nosso campo de visão.
Por isso, nos Estados Unidos temos mais coisas do que tivemos antes,
mas pesquisas mostram nossa felicidade declinando.
Nossa felicidade teve o seu pico na década de 1950,
a mesma época em que a febre consumista explodiu.
ãham!! Coincidência interessante!
Acho que sei o porquê.
Temos mais coisas, porém menos tempo para o que realmente nos faz felizes:
amigos, família, tempo livre.
Estamos trabalhando mais do que nunca.
Alguns analistas dizem que não temos tão pouco tempo livre
desde a sociedade feudal.
E sabem quais são as duas atividades que mais fazemos no pouco tempo livre que temos?
Ver televisão e fazer compras!
Nós americanos, passamos 3 a 4 vezes mais tempo comprando do que os Europeus.
Assim, estamos nesta situação ridícula, vamos trabalhar talvez em dois empregos,
e quando chegamos em casa exaustos e sentamos no sofá novo para ver televisão,
e os anúncios dizem que não prestamos,
então vamos às compras para nos sentirmos melhor,
depois trabalhamos mais para pagar o que compramos,
e chegamos em casa mais cansados, vemos mais televisão,
que nos diz para fazermos compras outra vez,
e estamos neste ciclo de "trabalhar-ver-comprar",
e podíamos simplesmente parar.
Então, no final, o que acontece a todas estas coisas que compramos?
Neste ritmo de consumo, não cabe tudo em casa,
apesar do tamanho médio das casas ter duplicado neste país desde os anos 70.
Vai tudo para o lixo.
E isso leva-nos ao Tratamento do lixo.
Esta é a parte da economia de materiais que conhecemos melhor,
porque nós temos que levar o lixo até à esquina.
Cada americano produz 2 kg de lixo por dia, o dobro do que fazíamos há 30 anos.
Todo este lixo, ou é despejado num aterro, que é um grande buraco no chão,
ou, ainda pior, primeiro é incinerado e depois despejado num aterro.
As duas formas poluem o ar, o solo, a água, sem esquecer que alteram o clima.
A incineração é realmente ruim.
Lembra daqueles tóxicos da fase da produção?
Bem, queimar o lixo libera esses tóxicos no ar.
Pior ainda, produz super-tóxicos novos, como a dioxina.
A dioxina é a substância mais tóxica feita pelo homem,
e os incineradores são a principal fonte de dioxinas.
Isso significa que podemos parar a principal fonte da mais tóxica substância
conhecida e feita pelo homem, simplesmente parando de queimar o lixo.
Podemos parar hoje!
Algumas empresas não querem criar aterros e incineradores aqui,
por isso também exportam os resíduos.
Então, e a reciclagem? A reciclagem ajuda?
Sim, a reciclagem ajuda.
A reciclagem reduz o lixo nesta extremidade,
(indicando o Tratamento do lixo)
e depois reduz a pressão para minerar e colher mais nesta extremidade.
(indicando a matéria prima)
Sim, sim, sim, todos devemos reciclar.
Mas reciclar não é suficiente.
Reciclar nunca será suficiente, por duas razões:
Primeiro, o lixo que vem de nossas casas é apenas a ponta do iceberg.
Para cada saco de lixo que deixamos na esquina, 70 sacos de lixo são
criados anteriormente só para fazer o lixo desse saco que deixamos na esquina.
Assim, mesmo que pudéssemos reciclar 100% do lixo das nossas casas,
não se chegaria ao coração do problema.
Além disso, grande parte do lixo não pode ser reciclado,
ou porque contém demasiados tóxicos,
ou porque é criado de início para não ser reciclável.
Como aquelas caixas de suco
que têm camadas de metal, papel e plástico, todas coladas.
Não dá para separar essas camadas para reciclá-las.
Como se vê, é um sistema em crise.
Por todo o percurso, estamos batendo em limites.
Do clima em mudança ao decréscimo da felicidade,
Simplesmente não está funcionando.
Mas a parte boa de um problema tão generalizado
é haver tantos pontos de intervenção.
Há pessoas trabalhando aqui (indicando o terceiro mundo),
salvando florestas, e aqui (indicando a indústria), na produção limpa.
Pessoas trabalhando em direitos do trabalho,em comércio justo,
em consumo consciente, no bloqueio de aterros e incineradoras.
E, muito importante, em recuperar o nosso governo,
para que seja realmente pelas pessoas e para as pessoas.
Todo este trabalho é criticamente importante, mas
as coisas vão realmente começar a se mover quando enxergarmos as ligações,
quando enxergarmos o panorama geral.
Quando as pessoas ao longo do sistema se unirem,
podemos reivindicar e transformar este sistema linear em algo novo,
um sistema que não desperdice recursos ou pessoas.
Porque aquilo de que precisamos nos livrar
é da antiga mentalidade de usar e jogar fora.
Há uma nova escola de pensamento neste assunto,
e é baseada em sustentabilidade e equidade.
Química verde, zero resíduos,
produção em ciclo fechado, energia renovável,
economias locais vivas.
Já está acontecendo.
Há quem diga que é irrealista, idealista, que não pode acontecer.
Mas eu digo que quem é irrealista
são os que querem continuar pelo velho caminho.
Isso é que é sonhar.
Lembrem-se que a velha forma não aconteceu por acaso.
Não é como a gravidade, com que temos que conviver.
As pessoas as criaram, e nós também somos pessoas,
por isso vamos criar algo novo.

Vídeo e texto da legenda encontráveis no site com direitos sobre o mesmo:

http://www.sununga.com.br/HDC


segunda-feira, setembro 15, 2008

sábado, setembro 06, 2008

Equivalências

A vida, a morte.
Existência é mentira,
O que há e o mais
Que não importa
Feitos de matéria que é mente,
Que mente.

Que é energia, que é matéria,
que são um só,
Em instâncias diferentes.
Condensações com próximidade ou distância da Realidade
Que equivalem,
No que o aclarar deve ser feito dissolvendo/transmutando para o Uno com a verdade.

Energia é igual a matéria elevado a velocidade da luz ao quadrado, sendo passos ultrapassantes o ultra ao Oni quanto à estados.

Poesia - Paradoxo


Colocado como verdade

O que é mentira
Cala pois fala

sábado, agosto 30, 2008

Poesia - Ver

Por mais que segue

O mundo não segue
O mundo está parado
até que alguém se mova, veja

quarta-feira, agosto 06, 2008

Poesia - Ser III

Ser

Poesia - Reconhecer (Ser II)

Para mais do que se É
Ser

Poesia - Reconhecer ( Ser I )

Para mais do que se É
Pode ser do Ser

Poesia - Reconhecer (Possibilidade)

Para mais do se É
Pode Ser

Poesia - Reconhecer (Ponderar)

Para mais do que se É
Vê que pode Ser

Poesia - Reconhecer

Para mais do que se É
Vê que não É

sexta-feira, julho 18, 2008

sexta-feira, junho 27, 2008

Poesia - Desejos

Vários momentos
nenhum lamento
segue justa a vida
depegada de toda classe
de vícios, desejos e sofrimentos.

segunda-feira, junho 16, 2008

Michelangelo - Pietá


Imagem de: http://www.fotosearch.com/NGF011/77752880/

Poesia - Deuses

Amando à vida
seguindo o instante
não seguindo nada
estando em saber e livre do tudo

O mundo não importa
a vida se faz
a morte se fa
independente dos dois
aquele que se refaz e das formas se vai

Vida longa dos Deuses
a vida, a morte
para Eles não existe
o Real sem das palavras limite

sexta-feira, junho 13, 2008

Johfra Boschart

Poesia - Que se lança

A vida se centra
No que se acha adentra
Vivendo para a vida
Matrimônio com à realidade
Onde se vão às idades
Na morte destas
Onde este casamento eterno vindo do Ser ultra
Tem o resultado
Do que não perece e nada lhe alcança
O Ser que se lança.

terça-feira, junho 10, 2008

Poesia - Resolve

Segue Oni aquele
que não está está mais no sim
Nem no não

Todo o mundo já não importa e importa
Na responsabilidade de um Vazio que caminha
Estando ciente do Nada, da mentira do Tudo,
De suas relações pela liberdade inter, onde se dissolve
O mundo e o Tudo é levado ao que resolve.

Poesia - Resolve

Segue Oni aquele
que não está está mais no sim
Nem no não

Todo o mundo já não importa e importa
Na responsabilidade de um Vazio que caminha
Estando ciente do Nada, da mentira do Tudo,
De suas relações pela liberdade inter, onde se dissolve
O mundo e o Tudo é levado ao que resolve.

quinta-feira, junho 05, 2008

Willian Bouguereau

Poesia - Mundo

Nas maiorias
que seguem vias
A vida segue
bem como quer sem querer
Sem saber o que de fato quer

O mundo consome em grande parte tudo
com alma que é feita mais mundo
Complica-se de sujo ou claro modo
este tudo que não é real exceto à visão que vê de fato o fato
Que não se cala, segue dissolvente
Amor liberante de toda a vã idéia que fala e em realidade à realidade cala
o mundo dos mundos
este que irá ser dissolvido
Exceto o que não se iluda
com ele siga vencido

quarta-feira, maio 21, 2008

Poesia - Sucesso

Indo ultra ao tempo
Verdade vai ultra ao verdades
Indo
Sendo
voltando
Sendo
Parando
Saindo de tudo
O que faz este estados esses
Da mentira que se quer verdade
Do material que é verso do universo

O Uno desfazendo o verso
A realidade agindo em sucesso

domingo, maio 18, 2008

Gustave Doré - Cena do purgatório

Cenas de Gustave Doré para o Purgatório na obra magistral "A Divina Comédia" de Dante Alliguieri.



Poesia - Super à razão

Reportando à calma
Silêncio imperturbável
Ações que concomitam
Com à realidade
A verdade se faz presente na vida
Daquele que se faz coerente ao ultra rente.

Os pensamentos chegam ao ponto que são um limite
Aquele busca
O que não está nos limiares deste verso
Então cala e mais uma vez à razão se faz coesa
Calando-se, deixando o super ser sobre o que seja.

sábado, maio 17, 2008

A arte de Johfra

Johfra Bosschart é um grande mestre no raio da arte. Holandês e comtemporâneo, de suas obras as que mais são conhecidas no mundo são a série do zodíaco, bem clássica e muito referênciadas. Johfra veio a falecer em 1998, deixando um amplo legado, incluindo uma biografia.


Aqui um link traduzido automaticamente sobre o pintor.

Em inglês aqui.


Pintura acima (em tamanho grande e pequenos): Unyo Mystica de 1973.

Galeria do autor (todas as obras. Em português, traduzido automaticamente aqui).

Poesia - Letargias

As vidas seguem sem quimeras
Quando não estão no atido vago da vida
A pseudo, não a real, aquela que condiz
Com o conceito que não é conceito:
O Ser, que apenas É, e que tentam rotulá-lo.
Perda de tempo e tempo
Que é dos mortais o que os faz mortais
Encarcerando-os em letargias.

sábado, maio 10, 2008

terça-feira, maio 06, 2008

Poesia - Aisenção

Tudo se vai cessando
A brincadeira incabida na vida
Te o seu resto
A míseria grita vendo alimento
o homem vai ao tormento
com lamento ou compreenção
Do que vem, tendo que agir para reverter ou sofrer,
Não isento.

sábado, março 22, 2008

Poesia - Ilusivo

sem momentos
anti-fermento do anti-firmar
do estar, existir do denso
deletérico alinear.

mundo de posses
onde conjectura-se supor estar isento de prisões
os quereres entretanto
apesar do sentir suave que parece
são estados do que está presente
parece não ser
uma prisão sendo

ébrio o sorriso pensa estar lúcido
supões estar além estando nos domínios
do ilusivo da lua

segunda-feira, março 17, 2008

Poesia - Inominável

No perene estar
Em não estar,
Ser.
O que serve e não tem reinos
Sendo ciente e parte do reino.
Aquele que deixa de ser este ou aquele.

Sendo Ele.
Sem limiares.
O inominável.

sábado, março 01, 2008

Poesia - Além mundo

Subindo, descendo,
Indo mundo além mundo,
Indo além da navegação,
Não afundando, andando, queimando, flutuando,
O mundo não existe mais
Uma vez que a concepção
Do mesmo se desfez na visionação do que o faz.

O que o fez. Realidade. Real.
Aquilo que É. Onde agora está.
E ele como era não existe mais.

Poesia - Apetites

A serpente rasteja sobre seu próprio ventre.
Apetites, apetites...
O que é vão e comum
Ao todo, senão que, o oposto a uma razão
Que dá senso ao sem noção
Guiaria à ascensiva escada
Da alma em deleite no summum

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Poesia - Povoação metafísica

Tratando da matéria
A percepção ultrapassando-a
Do tecido grosseiro
Do sentir que a se faz sentir grosseira

Cria equívoca
Os saldos negativos e positivos
Criando mundos no Onimundo
que foi posto em teste para
Ver o que sucede, acrescenta ou diminui na experiência
Da emanação do/e Ser/es que são o Oni
Na povoação do caos

Da dita de alguns, da derrota de muitos, da vitória excelsa de poucos

O que o senhor do todo governa
O Uno Senhor
Com múltiplas unas partes
Ao fim recolhedor
Das pequenas palavras lançadas
No que é uma livre área
Onde a escolha cabe ao que está com a vida em suas mãos
A pequena parte de Deus
Aquele que escolhe se vive ou morre
Com o arbítrio livre para se confundir ou expandir

domingo, fevereiro 17, 2008

Poesia - Compromisso

Nas caminhações
Desprendendo do que é o caminho,
Indo ao próprio seio
Que não é nominável.
Aquilo da alma que à leva
Ao que está fora dos limites dos estados,
Do que é tido -confundidamente- como alma.

Quando assume a vida
Um caráter vivo,
Onde não há compromisso com tipos,
Com a vida -pueril se assim feita- ou com a morte -fardo a se carregar e lembrar,
assim imcompreendida depreciação
se destarte feita do processo-.

O homem em um belo estar
Que não é um estar
Onde tudo se desvanece,
A ilusão pobre de toda índole de linha de tino ou sorte
Que não estão em realidade
Com o Real que não é das sortes.

Sem medo,
Sem apego,
A vida ou a morte,
Um novo surgir,
Para a existência um lídimo fluir.

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

terça-feira, fevereiro 05, 2008

Poesia - Prática do Real Ser

Descrito pelos sábios, onde ressaltam que a verdade falada já não é mais verdade e sim forma no mundo. A verdade, algo indescrítivel, por eles lançada em verbo para que alguns, como almejam -isto mostram- sigam além da palavra falada. Ultrapassando à realidade sensível alterada das formas.

O Ser vai ao Nada.
O Ser não busca Nada.
Encontrando o que dentro há:
O Nada.

A criatura, o Ser.
Em fusão: completo Real Ser.

Poesia - Realidade eliminando à ilusão

Parado sem nada esperar.
caminhando com o zero.
Nele o todo, ele o todo, o tudo ilusório uma cria, uma cria do que não existia,
do falso, do versar, onde não há verdade;
mundo das idéias, mesmo em equívoco à nelas acreditar.

Na inecessidade de mais falsas concepções,
exceto a bela e inexpressivel retornação
ao original, o que implica, deveras, boa sabedoria.
Desencadeando dos encantos,
retornando ao Uno, ao Oni, ao pleni,
tudo se desfaz. A ilusão cessa, em luz.
Os sábios que estes fatos narraram,
se assim estão, descrito está, que destarte na realidade objetivamente se processam.

sábado, fevereiro 02, 2008

Poesia - Holo homem

Nas lutas,
Nas alturas,
Sem medos,
Sem nada.

Assinando o fim do mundo,
Não sendo mais do imundo,
O que foi transf/tornado
Em vielas e lixo elitista ou decadencista
O que ruas das mentes abaixo mostra
O ruir de um tipo que morre a sorrir:

Homem tipo holo,
Holo feito fato,
Fato de causticidade,
Do que veio do Oni ao caos,
Da ordem ao caos,
Do caos à desordem,
Da desordem ao fim,
Seu fim, por fim, a todos,
A vida sem vida: holocausto.

Assinando o fim do mundo,
Não sendo mais do imundo,
Revertendo do que foi transf/tornado:
Em do holo holocausto.

quinta-feira, janeiro 31, 2008

Poesia - Dardejar

Péritos em perigos
morando consigo
Onde nada está
Oculto à seu tempo,
Onde em Real não há tempo.

Vida vivaz
Esquivando das vias vidas,
Comungando com o Imortal,
Destruindo o letal
que dizima e transforma em,
Como também l(á)astima.

quinta-feira, janeiro 17, 2008

Poesia - Sobreposto ao ocaso

Tecendo mais que o momento inconstante,
indo ao intra do máximo que é o instante,
a vida não se perde,
muito se segue,
todos não querem
o da perda vida em inerte.
Seguindo vendo seus descasos
neste modo onde a oportunidade que sobrepõe o ocaso.

segunda-feira, dezembro 31, 2007

Artigo - Cinema pornográfico e implicação ético-social

Assistir um filme é algo normal, ir a um espetáculo, etc. vindo à noção o cinema de tipo pornográfico muitas implicações e inquietações surgem: De onde se origina o ímpeto por tal arte, quem é o responsável por sua realização, quem são os que figuram nos vídeos, o que os motiva a participar de tais, qual à origem desses personagens? É inquestionável que há muito por trás de tais estruturas e uma implicação pessoal-social que não deve ser legada ao acomodamento da justificação ou simples olhar de normalidade e compassividade silenciosa ou de uso de tais apetrechos.
A diversão é um direito do homem, está mais do que justo, porém analisar como se dá esta diversão, a que pontos vai, de que fonte ela é elaborada também é um dever justo.
Empresários vários se dão ao luxo de financiar produções de tipo eróticas, pornográficas lucrando muito com tais, o dinheiro que circula enriquece a um bom número de poucas pessoas, normalmente o ator é uma figura que não tem relevo em larga escala; seu período de tempo e fama é curto, se é que o tem, isto sendo de poucos; num âmbito pornográfico imagine-se que a estrutura lhes é bem singular desta forma, mas indo à origem: de onde vem as figuras que fazem parte da exibição das produções? Deduzindo do óbvio, aquele(a) que comercia com o corpo, o usa de forma prestada a determinado fim erótico cai no que se denomina prostituição, sendo dessa maneira um tanto óbvio que os atores de filmes pornográficos entram nessa linha de comércio, atuação, não tendo visão discriminatória, o que é lícito classificar como crime. Tendo análise da situação, se enxerga que aquele(a) que adquire “películas” pornográficas incentiva a prostituição, a prostituição em si é um aspecto da miséria; a condução à prostituição tem muitas implicações, a vinculação da manobração de elites de tipo econômica que fomentam a miséria levando muitos, sem expectativas de uma vida com suporte material básico ou à visão de possibilidades de satisfação material em uma sociedade baseada no consumo, onde muitas vezes nem sempre se pode adquirir o que se vê e fascina entre inumeráveis fatores faz de muitas pessoas objetos que se guiam ao comércio com o corpo, onde a desvalorização social, a marginalização, a aversão e o ódio daqueles mesmos que tem interesse e adentram em prazeres nesse comércio, são presentes; em suma:
Os que discriminam fazem uso do que hipocritamente falam ser sujo e recriminam, criando uma complicação ainda maior no quadro de infâmia. Há o caso também do que opta conscientemente pela atuação pornográfica, algo bem mais raro e de psicologia perversa.
As pessoas são usadas em filmes pornográficos em uma seqüência de decadência extremamente acentuada; o bizarro e os excessos ganham terreno atingindo a parte mais débil do expectador: A sexual, a libido, o pondo em estado de fascínio profundo pratica e diretamente hipnótica, já que há o fascínio e arroubo instantâneo amiúde. Aqueles que figuram nas produções cinematográficas não pouco aparecem em atitudes de sujeição, humilhação, degradação, banalização da sexualidade e humanidade, a transformação em mero objeto submetível a toda índole de perversões em que pagos, não são mais pessoas, mas funcionários do grotesco.
Isto são implicações pessoais nos envolvidos em alguns aspectos, a sociedade como um todo tem culpa da situação e do ocorrente com as vitimas da prostituição cinematográfica. Ao se pagar uma outra pessoa para prestar serviços de linha erótica/sexual se fornece impulso para o agravamento. Um filme em certo aspecto tem proporção muito pior, pois atinge a muitos, incitando-lhes à fantasia, o deleite com o mórbido e contribuindo, como já frisado e com perspectiva não “moralista”, a uma estrutura de miséria sexual sistematizada, com um contexto de complicação, um mundo ou realidade que à parte se desenvolve mais e mais tomando características óbvias de estilos de vida que são nitidamente da esfera de Tanatos ou da destruição pelo lado erótico, a energia sexual mal cristalizada. A esfera de Lilith, a esfera de Nahemah.
Pensar na mídia comum, não apenas exclusivamente à reservada pornográfica também mostra exemplos nítidos, muito embora atualmente falando em uma questão como esta pode parecer uma visão ultrapassada ou reacionária, no entanto, fatos são fatos, por muito que se argumente com à frivolidade que temos justificante de comportamentos por conceitos como atualidade, modernidade, à mostra está que os argumentos podem disfarçar, enganar, corroborar o que é nocivo, entretanto este o é (nocivo) e a clara reflexão os modos de moral por mais que apontem ser o natural a realidade vívida mostra que não o é. A moral em suma é uma pseudo-moralidade, a moral sendo filha de seu tempo e morrendo hoje para ser validada amanhã não tem senso de verdade frente aos fatos: Hoje o que é moral amanhã é imoral e vice-versa. Na mídia comum (TV, também em outra atuação rádio, música, etc.) a prostituição, comércio do corpo e da erotícidade são validadas com outros nomes em que na prática o abuso e desnorteação de mentalidades em que se entende que profana, fere, denigre como normalidade profissional são pungentes.
A sociedade decai no sexismo. A arte pornográfica e seu caos são testificados. Os ícones ou ídolos de uma geração decadente são o máximo das perversões, perversão compreendida em seu sentido não meramente pejorativo, mas étnico, interior, ético, o que convém denominar perverso, virado, dobrado da naturalidade, pervertido do real e lucidez, o bom exemplo que se segue e artificial bem como superficialmente são implementados na vida em geral:
O sexo é a parte mais sutil do ser humano, pode levá-lo a uma regeneração completa, desenvolvimento de força, vontade, ânimo quando este seu caractere (o sexual) é devidamente sublimado (o que se pode chamar de trabalho positivo com Eros) ou como é o comum em degenerados da raça vigente, esta potencialidade tão lidima é mal utilizada e como algo de funcionamento de extremo poder mal canalizado acaba por destruir o ser humano que se lança em paixões, que decai, que tem sua libido transmutada não em néctar de vida, mas em sentidos desordenados e em uma psicologia adormecida pela força que não soube domar, a força sexual (processo que se chama simbolicamente de Tanatos). É dito que todo impulso, toda ação, a vida em geral é movida pelo sexo, por traz dos impulsos, sentimentos, ternura ou bizarricies está à energia sexual em manejo positivo ou negativo onde há a lástima do homem não saber sequer disto.
A sociedade em decadência sexual confunde a liberdade com a liberação dos sentidos à corruptividade, a repressão que foi sentida ao poder se emancipar não seguindo uma orientação de equilíbrio vai aos extremos à satisfação de suas contensões represadas e punidas, em especial num reflexo histórico onde a supressão de uns pelos demais se fazia forte e as consequências se vêem nos dias atuais no sexual exposto de forma vulgar e banal. Ouve repressão sexual e em contraposição ao haver à liberdade individual/social esta é mal utilizada.
A mídia sabe aproveitar as armas que podem dominar e reger um povo, a parte sexual é a mais frágil, assim o desnortear sexual é uma boa fonte de lucros e poder escravizador. Aqueles que desejam o poder utilizam o sexo como uma violenta, porém sutil, arma letal onde ocorre, à modo como a Inglaterra seviciou a Índia com ópio, uma nítida escravização desvalorizante rumo ao mais inferior.
Aqueles que são vítimas, vitimizados, usados, deturpados, alienados em todo o conjunto que se inter-relaciona e tem ação no quadro humano geral não se dão conta; o cliente, o funcionário e o patrão são alvos de uma miséria similar em que interagem: O manter de um comércio e até estilo de vida destrutivo e aberrante, afronta à naturalidade e corrosão que se marcará nas gerações futuras como uma herança onde o mais vil será um elemento comum e trivial da vã cultura que se segue sem reflexão, para a sustentação de uma sociedade de sublimação no arruinante de maneira horríssona.



sexta-feira, dezembro 21, 2007

Poesia - Comprazer

No crescente
Sem Inventos
Do torpe,
Do tolo,
Do medo.

Ultrapassando o todo,
Além das quimeras de lodo,
Onde o amor se faz.
Onde a alma se compraz.

sexta-feira, dezembro 07, 2007

Poesia - Ciente

Escrito,
em tudo,
o que fez o Grande Demiurgo.

Sem noções,
ações sefazem nas criações, que é uma,
corrompendo o reino,
o ero dos que fizeram/fazem mortais
neste solo trasformado em averno.

Ma a redenção
se pode,
o poder é inerente
naquilo que todos tem
pouco utilizando agente:
a alma e sua estabilização no ciente.

Poesia - Dissolução de Maia

Atitudes
Ritmos, virtudes.

Ser Deus,
Ser É.

Quando existe,
Percebe que assim não existia.

Novamente para existir some.
Renascimento;
O destruir do que Maia (Ilusão) consome.

sexta-feira, novembro 16, 2007

Poesia - Maioria

Nas máximas
estando muito
muito muito
sem nada do que é pedido
por quase todos
sendo o que É

O que o próprio Ego não quer

quarta-feira, novembro 14, 2007

Poesia - Santo Magistério

Escrito no oculto
assinalado pelo silêncio,
o silêncio que é verbo;
nasce o santo em seu magistério.

Santo magistério.

Poesia - Dizimação do irreal

Momento a momento,
seguindo semente
crescente sendo seidade,
feito passando dos momentos.

A paz,
final em todo instante,
além até de
tudo no mundo
ante o sacro
que assim se faz,
aparece incapaz.

O que está Real,
dizimando o irreal.

sábado, novembro 10, 2007

Poesia - Modo de ser

Por muito do que se faz
Se perde
Grandemente da verdade.
A verdade por estar em um estar;
Este, sendo estado denota modo,
Ao ser o modo é tempo,
Ao ser tempo é, dos sábios informado,
É morte.

sábado, novembro 03, 2007

Inaptidão do sábio

Rumando ao que
não é compreensível
ao que do pequeno minimo ou grande
se faz parente,
o que caindo no abismo de toda contradição
que queima quando visualizado.
o horror das tristes ondas
que são a ilusiva e inapta a vida irrealidades feito verdades,
a inaptidão do sábio em ações
mesmo no silêncio do imo, a verdade, verdade: Cristo.

quinta-feira, novembro 01, 2007

Poesia - O perdido

No momento,
sem momento,
o lamento, o sorriso, a vã alegria, o tormento
dissolvidos
no meio em que são/estão:
o tempo.

O perdido.

quarta-feira, outubro 03, 2007

Artigo - Humor e ridicularização de tipos humanos

O humor na TV e no teatro são um meio de atrair a atenção dos espectadores de maneira bastante forte. O humor em si não é negativo, ao contrário, é algo saudável e útil para o psiquismo humano, o que entra em questão ao observar a forma como o trabalho humorístico é desenvolvido é a linha como é realizado, se de maneira benéfica, muito bom, de forma prejudicial, algo a se filtrar.Vê-se normalmente em encenações humorísticas, tratando da questão ética da encenação em linha inferior, atributos doentios, é lástima ver, onde o mais ridículo é feito motivo de ícone e diversão com suas inerentes conseqüências psicológicas. Normalmente os atores utilizam-se de tipos teatrais com características pessoais em seus personagens que são expressões do risível de grosseiro modo, a mediocrização de tipos humanos para esses fins é algo pungente. Pessoas sem bela aparência e com linhas de cacoetes e aspecto débil são uma fonte ímpar na construção de personagens, onde as pessoas são dessa forma inferiorizadas e vistas como uma anomalia em uma sociedade de aparências e hipocrisia de falsa unidade. Pessoas são ridicularizadas em visão de outras que são o tipo perfeito em um ambiente social de aparências e estética estilizada e padronizada; os não dotados de beleza padrão, situação social/material estável, educação ou expressão bela são os modelos escolhidos para servir de riso e isso, inevitavelmente, conclui em bestialização dos sentidos que densificam-se tornando-se aptos a rir daqueles que culturalmente são adornados, mesmo que inconscientemente, como tipos para o riso. As conseqüências catastróficas repercutem na subculturação humana, desumanização e menosprezação de muitos, especialmente os pobres, que em ironia como espectadores riem dos próprios pobres auto-agredindo-se sem notar e estabelecendo relações sociais de inferiorização.
Os artistas não tem senso ético e a sexualidade é um atrativo sexista onde vulgariza-se especialmente a mulher, estupidificando o espectador que é induzido a fixar a atenção por meios que o debilitem para que haja audiência. Os seus pontos mais fracos são aqueles utilizados para atrai-lo, assim, coagindo-o.O tipo ridículo é explorado ao máximo e o que ri se vê em condição de estar contribuindo para um ambiente humano cada vez mais degradado e superficial. Obviamente, ao se identificar com uma linha de personagem de apelo grotesco para o humorismo de má qualidade o que se identifica absorve características inferiores e o seu riso diante do sem sentido o faz algo menor e com a criação de Ego(s) que o deixam em estado degradante, caótico, vexaminoso onde o bizarro do show assume parte de seu agir que vem a ser estúpido, idiota e não menos, similar aos personagens que inspiram os risos.O humor de linha saudável é raro de ser encontrado; brincadeiras saudáveis, chistes, anedotas sem duplo sentido, o dócil e que vem como conforto e não agressão se fazem a cada novo dia mais difíceis de encontrar, as velhas estórias, os contos sem maldade inserida, o palhaço que incitava o riso sem o desgrenhar no horrendo, tudo se vai indo em substituição pelo que mais involuciona, causa entropia. É uma cena trágica dos palcos na atualidade.

quinta-feira, setembro 20, 2007

Poesia - Dita

Nas fontes máximas da altura
que é a arquitetura
sem arquiteturas,
na calma, no ultra, na paz
do estar sem estado comum,
sendo o que É,
ultrapassando o que foi, o que será.

Vida e vida,
ultrapassando a esta e a morte.
Dita.

quarta-feira, agosto 22, 2007

Artigo - Da arte abstrata incompreendida

Na escrita, nas artes plásticas, na dança, em toda forma de expressão que siga rumo ao outro sempre há afinidades em que alguns sintonizam-se à uma peculiaridade artística e outros a diferentes, isso é um assunto demasiado óbvio, simples onde a mínima observação do comportamento dos que estão em torno de nós e de nós também, conclui em descobertas, interessantíssimas sobre como a vida se comporta ante o que cria ou é criado em torno nas experiências do pessoal e social.

Há o fútil, o moderado, o profundo, etc. A aparência de alguns indivíduos devido estarem arraigadas demasiado a certas formas culturais expõem em sua estética essas: rótulos são inseridos em seu viver, a existência toma, mesmo quando no entendimento bem-intencionado, mas que erra no caminho escolhido, rumos ou delineações que muitas vezes podem chegar ao extremo da anaturalidade, sentida como uma essencial expressividade do que é interior, sumamente o ímpeto de busca a razão concisa do ser e assim, como nessa linha de caso, a profundidade da visão, sentir existencial é lançada e permeante no equívoco.

No campo do profundo externar há aquilo que bem pode-se denominar como arte-hermética ou velada em seus símbolos, recursos ao compreender daqueles que com discernir inter-penetrante aos segredos escondidos em entrelinhas, formas plásticas, gestos, sons, absorvem, apreendem ou se dá o nascimento de uma virtude, um conhecimento. No que é considerado, por muitos que não poucos justificando o não querer deter-se ante o que parece incompreensível, em uma crua realidade insensíveis aquilo que está para o silêncio e não para as teses, antíteses, conceitos que possam enquadrar-se dentro do que foram condicionados ou crêem como verdade, no óbvio, há também o caso de se ser anato para uma percepção mais tocante ao âmago do que está em torno, o que pode ser revertido; a analítica, crítica, auto-crítica, observação, auto-observação não são comuns entre os homens, que tem intelecto, criante, mas desligado do processos mais profundos da cognição (a parte psicológica, chamemos mente, emoção) lúcida.

O buscar pelo “quê”, que certas obras de arte proporcionam às vezes, amiúde, o trazer atenção e inquietude por alguns momentos, mas está não é perscrutada e logo abandonada por um “porquê” qualquer, que não serve de alimento para o crescimento do abstrato, fundo original em toda vida, poetizada pelos artistas, pelos adoradores da divindade, um senso que pode traduzir-se como faculdade com a capacidade de saber que algo há sem o ver, fé, a intuição dos que compreendem o que acontece sem a necessidade de prolongadas explicações. Não se nutre o interior, o homem vive para o exterior, negando, geralmente sem o conhecer, ou com algo que indica que assim faz, o saber do que é velado ao que não saberá usar conhecimentos não do domínio do passageiro, temporal.

Os grandes sábios explicam que toda cultura corresponde a um povo cedendo a esse o que lhe é compatível ao entendimento, todas essas sendo formas, que, à medida que se eleva do terreno onde está, vão perdendo sua necessidade - já que são símbolos arquétipos – no que é constante e relativo ao infinito, àquele que busca – o vero filosofo ou apenas coerente consigo e os demais - dado que se vive no infinito, a representação própria deste o presente, o que é algo entendido hoje, no futuro será apenas uma eventualidade ocorrida onde não se deve prender-se, algo do viver circunstancial. O limite há a todo momento, nos próprios momentos estão limitesquando se os vive como vagos instantes.


sábado, agosto 11, 2007

Artigo - A simplicidade caótica do mundo

No tecer dos dias que vivemos somos acertados com toda linha de acontecimentos. O interessante é que estes sempre são algo demasiado pertencentes ao cotidiano. Vejamos onde podemos chegar com o entendimento acerca da casualidade tão comum quanto ao que ocorre negativamente.
A vida social constitui-se em vários paradigmas, modelos de construção de comportamento e ordem social em sua maior parte, desde o primitivo homem que no passado ordenou uma forma de agrupamento inter-relacional que vindo até os dias atuais conclui praticamente na mesma interatividade um em relação ao outro dado à isso a sua proporção, é lógico e alguns processos históricos - onde verifica-se maior liberdade em certos momentos e o decrescer dessa em outros - , mudando a atuação em níveis, egoístas ou altruístas, porém, como a humanidade está em visível estado de decadência de culturas que surgem, de tipo artificiais e modelos comerciais, onde o modo de viver é um programa condicionante ao homem ser uma fonte de renda não importando seu estado interior mas o que possa produzir em termos de riqueza ao que detenha poder, bens, ao estado, que são os que decidem o que é o meio de constituição do cidadão como elemento igual aos demais, o veiculo onde ele concebe, quanto concebe, dessa forma o homem está em involução continua, entropia, mesmo aparentando avanço, que há, porém técnico não humano, assim, nesse contexto de relação entre seres é triste, no entanto é a forma como é validada, nos correntes dias e do provindo do passado, isso é verdade, seu papel como criatura dominada e dominadora aparecendo claramente. Políticamente há a forma embaçada, em que a maioria dos seres humano estão, esta que é parte da humanidade (a política), porém embaçada, nisso verifica-se a distorção de algo legítimo de cada um, portanto, sendo importantíssimo esse fator, entretanto burlado. Perdendo algo seu então, um bom pedaço de sua cidadania é usurpada por meios como a ignorância a que é submetido desde que nasce até a ancianidade. O que é lhe é negado, sua condição política, onde figura enganado como marionete por aquele que tenha uma visão ou teve a oportunidade de figurar como representante e na força que obteve como impressão nessa situação adornando-se com os frutos da denominada corrupção.
Do passado até os dias atuais o pobre homúnculo degenera-se, tornando-se por conveniência da educação um senhor (poucos) ou um servidor (muitos), dois pólos de uma mesma podre realidade: o desigualar aos direitos e noções de como ser uma sociedade aprimorativa. No resumo, alienados fundamentados no desejo material ou “moral” de poder, seja este intelectual, científico, etc., no modo de vir com o “diferente” (ressalta-se este aspecto na cultura em algumas tendências) onde se enquadra reptilianamente também o instinto de sobrevivência.
Desde o passado aos dias contemporâneos uma psicologia regressiva com meios de domínio ambiental (social, natura, tecnológica, etc.) torna-se mais profunda, a vida cede recanto à desgraça da mútua anulação do fundamental do ser ao básico em um modus vivendi de desconstrução do primordial, há aumento técnico, porém acompanhado de meios de utilizar a técnica para fins benéficos a poucos.
No passado e no presente velhas apontações se fazem, infelizmente apesar de velhas e com algum incremento estão presentes cada vez mais fortes entre todos:
A política: pão e circo;
A inteligência: domínio pelo usual e modelo padrão, siga-o, ou seja, excluído;
A vida: pisar nos demais lutando por milagres para a subsistência;
A arte: modelos para consumo, o nato (o que nasça benéfico nesse contexto) preferir pelo afim essencial é negado assim como o inato( aquilo que nasce natural no homem como capacidade);
A religião: Enquadrar-se ou ser discriminado;
A ciência: investigação para suprir o que é demanda ao lucro, onde a degeneração do ambiente e organismos é uma conseqüência do inescrupuloso; nos momentos de crise como o atual planetário o marketing em forma de uma hipócrita propaganda de conscientização sem ação proporciona uma leve impressão de algo estar acontecendo;
A filosofia: enpequenece, as questões da vida casual são o básico, se orienta a iconoclastia, a teoria, a materialidade, o sábio viver no sendeiro do equilíbrio é esquecido.
O Mundo vive em um dogma que consiste em existir para o que já é plano; plano e planos que não visam o complementar humano e a vida geral com o essencial, mas com a resposta óbvia e decadente da reação sem filtro de compreensão.

Os dias seguem...

sábado, julho 28, 2007

Poesia - Flagelo as veias

As máximas mínimas
de toda quimera
que se faz valor forte
entre o que se deixa levar
pela intelectual sorte.

O senso, o discernimento,
onde encontram-se
na distancia em condições
diminuidas a com o do bom-senso contradição,
o mundo queda,
a humanidade segue em tal panorama de flagelo
de idéias, ademais que sequer circulam realmente nas veias.

sábado, julho 21, 2007

Poesia - Visões de mundo

Distantes de seu mundo,
A coerência se faz rente à decadência,
O peso é levado como um bom fardo,
O fardo é uma farsa
Que mentira leva o condutor e conduzido
À ser amarrado em farrapos.

O fardo:
A paixão engano/engodo
Pelo que é medonho,
Afagado na inconsciência
De parecer, às vezes, um sonho.

sábado, julho 07, 2007

Arte, pornografia, propaganda, Eros e Tanatos

A arte e a pornografia estão situadas num parâmetro muito próximo na forma como a arte e a propaganda é induzida a servir como meio de lucratividade a meios e grupos de pessoas que desejam obter lucro. A questão é um tanto séria uma vez que a população em geral se passa a idéia de uma liberação de conceitos retrógrados onde o lado sexual merece ser solto e posto a mostra de maneira “livre”. É curioso, mas a “liberação” sexual que surte como meio para aprimoramento do ser humano ou como algo normal se plasma de uma maneira muito singular que é a debilitação do ser humano; entender a questão da debilitação é algo importante para não soar como moralista retrógrado ou em melhor apontamento pseudo-moralista: o ser humano tem pontos fracos que podem ser averiguados em muitos aspectos, incluindo na cultura onde alguns mitos, como Aquiles tinha um ponto vulnerável em seu corpo protegido, este ponto era o seu calcanhar. Em simbologia o calcanhar de Aquiles representa o sexo, porta por onde muitos perdem-se, se auto-destroem. A libido, impulso sexual descontrolado, inconsciente do homem pode levá-lo a ter grandes mudanças em sua vida; a energia sexual mal conduzida se cristaliza na forma de desejos, formas de pensar, aptidões e quando estas se originam de instintos negativos o homem cai profundamente na embriagação de seus sentidos que perdem a sobriedade. Há um mito sobre duas figuras bastante relevável: é o de Eros e Tanatos; Eros representa o instinto de vida, potencia positiva, etc., por oposição Tanatos representa a destruição, atitudes negativas, auto-deletério. Ambos representam aspectos da força sexual, no primeiro aspecto como direcionação a vida e sua vigorosidade, no segundo como instintos, tendências negativas que culminam na bestialização do ser humano, na fulminação por seus próprios instintos brutais, o lado animal.
A mídia sabe que para atingir grande percentual de aceitação e vinculação necessita de meios que mantenham as pessoas atentas aos seus produtos; a parte débil do ser humano como mostrada em várias alegorias mitológicas está no sexo primordialmente, dessa forma e com conhecimento acerca de tal questão de fascínio as empresas em sua publicidade ou veiculação inserem e utilizam maciçamente o apelo sexual para manter as pessoas em estado hipnótico diante de seus engendros, uma forma de escravização bastante eficaz decerto. Normalmente é muito difícil não ver alguma forma de propaganda onde o apelo a qualquer aspecto sexual não seja feito, é algo constante e sendo a libido irrefreada algo que descontrola as pessoas tornam-se auto-destruidoras pela anulação de suas consciências.

A Mãe Divina e a morte do Ego

Antes da leitura do texto a seguir é recomendavel para seu entendimento passar por estes (links):

Mãe Divina

Morte em Marcha


A Mãe Divina, aspecto feminino de Deus dentro de cada um que vive sobre este mundo, toda vida, átomo é um aspecto de Deus deveras importante a se render reflexão serena segundo os bons mestres ensinam. A Mãe Divina origina a vida, a concepção de todo e qualquer um, sendo também uma parte daquele ou do que é gerado. A Mãe Divina é uma parte de toda e qualquer substancia, essência, material que exista, no entanto Ela é uma parte consciente enquanto normalmente a consciência do que vive no mundo, o filho, está adormecida e perdida entre sonhos, ilusões e aspectos da vida.
Deus-Mãe pode orientar o filho a sair do emaranhado em que esse se encontra muitas vezes considerando-se feliz, especialmente como se acusa quando adormecido e sem anelo espiritual, ao arrependimento, em tal caso e em outros onde se vejam mal aqueles infantes -filhos- que erram pelo mundo, portas se abrem e a mão que conduz para tirar do abismo e limpar a sujeira que o Ego cria se faz presente.
A Mãe Divina, que no cristianismo foi representada por Maria e em tantas outras culturas recebeu outros nomes diversos, que desde eras remotas atua sobre a vida gerando-a, fornecendo abrigo e que por inconsciência dos filhos que esquecem-se d’Ela se faz necessário aparecerer novas representações da sagrada Mãe, para reavivar nas partes mais profundas ou manter um elo místico com a criadora, surgem tantas e diferentes Mães em diferentes locais, algo que vai ao interior trazendo a presença ou lembrança da mesma, uma providencia da Lei para que não fiquem em completa ignorância os povos. Ela é Deus em um de seus três aspectos e não é pertencente a um povo, uma cultura ou uma religião; pertence a liberdade e o que se faz seu filho em atos torna-se livre; livre de tudo e unido a consciência deste grande Ser.
Um aspecto salientado por muitos é a questão da falta de devoção a Mãe de momento a momento, quando se esquece dela e ela tem o fator de atuar mantendo a consciência ativa, atenta para ver os defeitos, Egos que surgem, bem como sustentar o filho quando esteja em perigo, em tentações. A oração e devoção a Mãe é uma prática constante para se lograr o êxito.
É salientado que em geral todos são maus caracóis do Pai e o Pai também é um aspecto em que está a Mãe, a parte feminina (Deus-Mãe). A perversidade em que encontra-se a humanidade nos seus estados interiores transforma o mundo em um ambiente calamitoso. Complicados nos processos do Ego de cada qual, que condiciona e leva ao erro em que vai-se em massa a humanidade à ser auto-destruida e um fracasso tremendo.
A Mãe Divina tem a capacidade singular, superior de poder dar ao homem a libertação de seus processos Egóicos, de sua incoerência atinada ao erro, a condicionação da prisão que é a visão, ação do Ego sobre a vida ou sua inconsciência propriamente dito. A Mãe Divina tem o poder para eliminar o Ego e liberar a porção de essência ou alma que se encontre presa dentro de tal elemento nocivo, dessa maneira proporcionando a expressão da alma e suas virtudes o que em relação ao mundo repercute como uma força diferente, que se purifica e sai do círculo vicioso em que se encontra a humanidade. O Ego é o que torna o homem perverso. A palavra perverso muitos não entendem ou acham dura, no entanto esse vocábulo quer dizer o que está pervertido, corrompido, adulterado, isso o que o Ego realiza ao ser criado, estar em atuação. O Ego não é uma natureza original do homem mas uma corrupção de sua alma que é transformada em forma fixa, deixando de ser livre e vivendo no mundo dos sentidos inferiores, na ilusão e no sonho.
O homem é dito que possui 3% de essência ou alma e 97% de Ego que é alma condicionada, enfrascada, quando o mesmo se dedica a eliminar aquelas formas a que sua alma foi condicionada passa a liberar mais e mais, segundo sua atuação, porções de essência anímica tendo como resultado o aumento de sua consciência, auto-consciência; se é liberado 1% de essência essa já é força a mais para prosseguir o trabalho e impulsionar. Pode soar como difícil partir de 3% de essência a liberação de 97% de Ego, porém a essência é poderosa e pode impulsionar o homem a seguir adiante mais e mais, muitos ratificam, confirmam. Nesse passo gradual, paulatino, de pouco a pouco, mas constante se vai gerando seriedade no trabalho e a firmeza no mesmo e em sua alma que se expressa cada vez mais vão convertendo o homem em algo bem diferente do que conhecia. É uma obra de transformação onde o apego deve ser eliminado para ver o novo.
Os detalhes na morte do Ego são algo que o V.M. Rabolu frisou como demasiado importantes; ater-se a notar pequenos detalhes, manifestações de tipo ou sabor Egóico em que figuram toda classe de defeitos. Muito pode se ver em conversas e o fundo onde saem algumas palavras e seu tom, risadas, raiva, ironia, tristeza, justificação de erros e problemas, considerações sobre os demais ou objetos com certo sabor que não corresponde a alma mas que só poderia aparecer de uma fonte inferior que é o Ego. A eliminação desse proporciona ao homem a conversão em algo real, não um lenho atirado ao mar indo de um lado a outro sem saber o que É de fato mas sendo vitima das circunstancias. O Ego em detalhes aparece no mínimo como mostrava o Mestre, em coisas que pareciam insignificantes não parecendo sequer defeitos, no entanto, lá estão e ele relata que por um detalhe se pode perder muito. Os detalhes são o que mantém a consciência em estado mais alterado por não parecerem defeitos assim dando continuidade o adormecimento. È um tema muito importante que foi deixado como lição.




Sobre a Mãe Divina há um poema na primeira página (link) escrito por Dante em seu livro “A Divina Comédia”:


O Hino à Virgem de Dante

Virgem Mãe, filha de teu Filho,
humilde e alta mais que qualquer criatura,
termo prefixado de eterno desígnio,

Tu és aquela que a natureza humana
enobreceste de tal forma, que seu Criador
não desdenhou fazer-se sua criatura.

Em teu ventre reacendeu-se o amor,
por cujo calor na eterna paz
assim germinou esta flor.

Aqui és para nós luz meridiana
de caridade; e embaixo, entre os mortais,
és fonte vivaz de esperança.

Mulher, és tão grande e tanto vales,
que quem deseja graças, e a ti não recorre,
é como alguém que desejasse voar sem asas.

A tua benignidade não apenas socorre
quem pede, mas muitas vezes livremente
e antecipa ao pedido.

Em ti, misericórdia, em ti, piedade,
em ti, magnificência, em ti se coaduna todo o bem
que existe nas criaturas.

Dante Alighieri
(Paraíso, canto XXXIII, vv. 1-21)

quarta-feira, junho 27, 2007

Poesia - Eco Ilusão

O medo de ter medo,
O percorrer pelo que não tem elo
Que faz eco
Matando a percepção
À viver condicionada em conceitos
Onde o elo é o Ego,
Onde morre o homem
Transcorrendo no sono,
Decaindo nos tombos
De toda a vaga eco ilusão
Que é a constituição da vida sem vida,
Das ruas que se cria e onde morre;
Ruas que não existiam .