quarta-feira, junho 27, 2007

Poesia - Eco Ilusão

O medo de ter medo,
O percorrer pelo que não tem elo
Que faz eco
Matando a percepção
À viver condicionada em conceitos
Onde o elo é o Ego,
Onde morre o homem
Transcorrendo no sono,
Decaindo nos tombos
De toda a vaga eco ilusão
Que é a constituição da vida sem vida,
Das ruas que se cria e onde morre;
Ruas que não existiam .

sexta-feira, junho 22, 2007

POESIA - EXPRESSÕES INCABÍVEIS

A vida segue
para o que vai
a não ir a rumos
que não são rumos
por serem rumos.

Adiante,
não há adiante,
nem tudo, nem nada,
já que só há o nada
que é o nada
onde está o que não
é sondavel exceto ao que o vive
onde as expressões acerca de tal não cabem.

quinta-feira, junho 21, 2007

POESIA - CONTEXTO DO MUNDO

Lançados nos momentos
que calam de fazer cessões ao sofrimentos,
indo além de toda "vanglória" do tôrpe lamento,
aqueles que se constituem vão ultra
a toda constituição.

O mundo
nem tudo valem algo,
exceto o despertar
para sair
da ilusão
que foi feita
nesse contexto se prender, acreditar.

quarta-feira, junho 13, 2007

POESIA - ALADOS

Calados caminhando alados
sem nada em mãos
exceto o domínio de suas vidas,
nada mais importa
já que possuem o mundo - não o dos outros -,
aquele que todos calam,
que calados seguem falando.

segunda-feira, maio 28, 2007

POESIA - CAMINHO E EQUÍVOCO

A máxima não existe
enquanto existe
o que há em comum
onde todos são um.

No caminho,
denomine-se em vida ou morte,
percorre-se havendo engano quando
se acredita que chega a algum lugar que é porto,
onde chegou o pleni, tudo completo, errado ou certo.

O erro persiste
quando se pensa
em paraiso individual,
chave de celas do equívoco trivial.

quinta-feira, abril 26, 2007

POESIA - REFUTAÇÃO AO INCOGNISCIVEL

Nos lagos
dos antiamargos,
a voz da voz
que não cala,
mas plasma-se no silêncio
que não é plasma e o é;
o infindo,
o Nada.
Cogniscivel o que existe,
incogniscivel, não há.

sábado, abril 21, 2007

POESIA - JUSTIFICATIVA

Veio o menino,
que é criança e homem
ao mesmo tempo,
que nasceu como
o que não é do tempo, que são "tempos".
Imcompreendido
é considerado, mesmo inocentemente no que é do erro coerente,
por muitos, em muitos momentos, só um lavador de pecados,
o que denigre,
onde se justificam todos dizendo:
" - já estou salvo, o filho de Deus morreu por mim."

O pecado, persiste,
a justificativa insiste.

sexta-feira, abril 20, 2007

POESIA - PAISAGENS E EXISTIR, A REALIDADE NÃO FIXAR EM PAISAGENS

No intuito do crescer
que vai ao nativo apetecer
do que não é do nativo
ésteril do exterior intralizado
muito se percorre pelas vastas
plenitudes paisagens, porém o Nada
não corresponde lidimamente a estas vastas,
no que o andarilho deixa de andar
encontrando o vazio, sumindo, sua realidade existindo.

sábado, abril 14, 2007

POESIA - TEMPO

O caos é feito gente,
perdida a semente
que fertilizaria até a verdade,
o equivoco cresce,
o problema das idades, do tempo, da mentira,
____________________ que existe inexistindo,
___________________realidade irreal, ilusão.

domingo, abril 08, 2007

POESIA - VIRTUDES

Parada nas aladas montarias
Das ditas que são o incomum
Que não se delimita a pradarias;
Momentos de luz.

As belas guerreiras seguem como crianças
Nas paisagens feitas
Para aqueles que se põem além
Do vaticinado à ser um comum futuro
Como o de outro, outros, outrens.

Belas guerreiras,
Não do que é nos termos do passado
Ao que é dos fidalgos ou simplesmente
Nos dias que correm esterilizantes de sementes
Batalhadoras do labutar cotidiano ou variável dos anos.

Aquelas que ficam
Mais acá ou mais lá,
Não pertencem a clãs, culturas, vaidades ou pinturas.
Aquelas que estão sobre o conceituável
A pontos que soam como o definível afagante ou afogante;
O que externos dizem à que não lhes diz respeito.

Místicas,
Virtudes em vida,
Monísticas.

segunda-feira, abril 02, 2007

Poesia - Torções

Na ascensão
da glória do invangloriável
pedidos com força
ecooam pelos vales
da terra desolada.

Alguns suspiros,
muito calor, frio, tudo tocando
no monotono ritmo
de existências com malignos ânimos.

O mundo se cala perante
o que faz esvair a natura pessoal
como deleite ao que não serve,
exceto ao ignobil.

Todos se calam, cruzam-se
em armadilhas de modos de agir
na natureza morta
de existências rotas.

O trago ao ínsipido
é feito ato de glória.
Que líquido?
O da minimização por aparência,
do fútil que tudo lança a valas,
a do deploravel vitória.

Na ascensão
da glória do invangloriável
pedidos com força
ecooam pelos vales
da terra desolada.
Alguns lutam por escapar
da morte em pleno cenário
onde se vê, aparentemente, vívida vida.

terça-feira, março 27, 2007

POESIA - TRILHAS DO CONDENAR

O bem ,o mal...
Sentenças mal dirigidas
Adjetivos do que é do entendimento
Feito o que faz
Délicos efeitos,
No mais que vai ao são
A cura do discernimento
Do que é da queda, da ascensão,
Do trans ao tudo
Firmando ultra ao firmamento.

POESIA - ROMPER

Nas paradas em altas altitudes
Morrem muitos por não se guiarem
Em retitude.
O beijo da Meduza
Encanta onde muitos se vão
Perdidos pela tola decisão.

As faces decaem em olhares rotos
Onde a criação surge feita horríssona
Feitura das propriedades
Feitas íntimas que não são
Atos da verdade.

Muitos caem, poucos levantam,
O mundo padece
Com muros que se erguem
Para a alegoria,
Distante, símbolo à ser desvendado
Pela inteligência,
À ser utilizada pela sabedoria.

Alguns se levantam,
Nos vales em que se encontram
Observam o Céu
No intento de romper véus.

terça-feira, março 20, 2007

Poesia-Chamas

Perfilação em biltres segredos
Do murmurar, palavras castras,
Soando baixo, ressoando não o desvendar dos mistérios,
Mas sondando miséria,
Fazendo ladainha com o que torpemente
Enriquece o desprezível,
Escanifra o dignal em instantes do espúrio aprazível.
Surpreendendo o que não
É da firma leal Humana,
O que embebedando difama

terça-feira, março 06, 2007

HERCOLUBUS - GRÁFICO


Imagem de hercolubus.galeon

POESIA - ATENTO

As palavras ecoam
Em todo o espaço
E a calma é superiorizada
Pela transcendência.

Vagos vazios são sanados,
A dor ou o sono no mundo
São obstáculo vil, porém a se estar atento
Nos momentos em que se dispersamente olha,
É como algo ao eternal indo
Para o firmante de lamento;
Pode-se quedar
Nas passarelas das quiméricas vielas,
Do solo às ondas,ao extravio do vento,
Da consumição pelas chamas, a desterro ao
As de inicio, nos do juvenil ou senecto, alegres refinamentos,
Ao fim, ao meio, as vezes ao inicio
Consumação de tormento.

domingo, março 04, 2007

ARTIGO-O CINEMA, ASPECTOS DA AFINIDADE, DO COMPORTAMENTO

O cinema como forma de arte apesar do grande respaldo que há ao que é de menos construtivo na área mostra-se, quando selecionado, algo muito útil, agradável de maneira saudável ao que se presta ou busca assistir. Filmes que causam instigação, que tem enredo psicológico relevando, mostrando nuances, características de tipos humanos e situações variadas compõem um bom panorama do que é a arte dramaturgica de boa qualidade.
O cinema norte-americano é apontado normalmente como um produtor de enlatados para consumo em tipo padrão, mas há poréns nesse contexto, vemos dramas, comédias, tramas de constituição muito observável, filmes que tem um fundo de construção em que, independente de efeitos cinematográficos que chamam a atenção, muitas vezes fascinando e desviando do conteúdo (algo interessante é que filmes com bom conteúdo muitas vezes não necessitam de efeitos especiais, essa característica é algo típica de produções que buscam bilheteria, alardeando com cenas que trazem a tona excitação forte, o que não é positivo).
O cinema apresenta criações significativas, que aos cinéfilos agradam muito, que como exposto por bons analistas da área, mesmo até, em outros setores da especialização em conhecimento humano, denotam, em até no que é bastante sutil, capacidade, expressão e repasse de mensagens que enriquecem a vivência, o mentalismo, emoção causando aumento de sensibilidade por comoção ao ver uma realidade exposta na tela.
As produções de bom grado a se assistir, geralmente perdem lugar em divulgação em relação as que destinam a atingir alto índice de comércio, ou seja, assistência em massa, o que gera recursos, renda, embora sendo algo fraco em aspectos inerentes a sensibilidade humana.
A arte previsível é um recurso que traz grande proveito aos geradores de assistência em massa; pode-se ver em produções assim, típicas formulas comuns como ação violenta, diálogos sexualizados de maneira intensa (o sexo, por si é um elemento vulgarizado em medida muito abusiva para fascinar espectadores, constituindo assim o crime do sexismo comércial), o espectador não é um individuo que vai ir a assistência de algo dedicado ao seu crescimento, mas ao que lhe entreta, com os mais baixos instintos, que são nada mais, nada menos do que aquilo que subjuga o humano ao degradável, uma vez que, o que é negativo, como comportamento vulgar, preconceituoso, tendências ao que é inferior, a exemplo, vícios, manias, delineação de comportamento em rompante, aquilo que enfraquece o ser Humano tornando-o uma possibilidade a escravização, nesse especial ao que é exposto, o que atinge e excita muitos jovens em sua idade de evolução hormonal, entre outros, intensa a sentir, agir com o que pareça mais relevante como aversão, diferença ao que se vê em padrão na sociedade e em família; como algo conservador e de normas estéreis, onde não se enxerga sentido senão o de decrepitude, estagnamento dos demais em comportamentos que entede-se como irrelevantes, decrépitos, extemporâneos; um problema da idade juvenil é o de ver como ultrapassado aquilo que não responde ao seu tipo de idiossincrasia, relativa em um aspecto ou outro em comum entre a maioria dos Homens, entre outros fatores, dotante de ânsias, vontades muito consideráveis ao ânimo. Algo em que a indústria cinematográfica age muito sagazmente, se não em maneira proposital a todo o momento, mas a guisa de instinto comércial dos produtores.
Uma experiência curiosa que ocorreu há muito tempo foi relativa a mensagens subliminares em películas; ocorreu de um individuo colocar em um tempo mínimo a percepção do olho Humano, em um filme em exibição em um cinema, uma mensagem na forma de frase direta que dizia à beber coca-cola. O resultado foi que as vendas da bebida em torno do cinema aumentaram em muito, ligadas diretamente ao fato. Esse tipo de incitação a consumir produtos foi aplicada a outros demais na indústria em geral, sendo depois posta em crítica e banida por autoridades, no entanto, essa propaganda-a subliminar- ainda se perpetua de uma forma ou outra e é muito forte, delineadora do comportamento pessoal, social.
O bom cinema, arte, é de relevância interessante as populações em suma. Ao fim aquilo em que há afinidade salienta o que aquele povo ou individuo reflete ou contém, busca como característica coletiva, pessoal. A interação depende de ambos os lados, o que presta assistência (assiste) e o que cria.

sábado, fevereiro 17, 2007

POESIA - FASCÍNIO

Encanto como tanto
que enganando
leva em levas
o que tomba o Homem
lançando-o a um canto.

Ladainha, música
dos fascínios, eras, tempos, sinas, sinos.
Canto das misérias,
grís, tôrpe estado, vida posta de lado.

terça-feira, fevereiro 13, 2007

POESIA - ÂMAGO

Na caminhada
onde se vai a seguir ser
algo não da condicionavel
tempo, misto, irreal
ao que não é do próprio Ser
um constituinte sagrado
do que é dos ceus, trans ceus.

homem seguindo ao interior
autêntico Homem,
sobrepondo-se aos conceitos, ao termo,
a mentira que se "faz" âmago.

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

POESIA - PROPÍCIO AO QUE IMPORTA

Nos momentos da híbridez
constituinte do sólidificavel
solo amável sem solo,
onde todo o desconforto
do que se entende, mesmo, como conforto,
encontra sua síntese
na visão de que o que importa não é o que o outro diz,
o que se diz, joga, cala,
no propicio ao que invalida a alma.

domingo, fevereiro 04, 2007

POESIA - A VIDA FEITO CEIFA

No pós, após o que não vem
do realmente vívido,
duvidando, crendo, atuando
no que é de toda modalidade de erro,
do atróz.

Vindo a vida a vinga
da mentira feito
finda vida; bebida como finalidade
do sabor. O sabor, o prazer do instante,
consequências pelo nefasto do futuro dissabor.

Correndo pelas vias
das várias diferenças,
essas doenças, do divergir pela aparência,
incongruência, onde há o sabor.
Víl, (n)o poder de seduzir,
um príncipio da descendente serpente,
na cena do ego, Eva, Adão,
do paraiso perdido.
No arrependimento, um "quê", uma possibilidade
ao retorno; o homem fruto dos sabores em senões,
justificando-se em sabores,
mesmo ditando sermões.

Nas possibilidades do ser
a vida se lhe pode ser vista
com, sem nos oportunos lugares "por quês?",
na aceitação do inaceitavel,
a vida feita ceifa
é o que se colhe como pública, pessoal, colétiva,
cômica catastrófica cena.

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

POESIA - PESSOAL AÇÃO COLETIVA

Saudações ao impossivel,
passivo de ser possivel,
o limite é a tela, a pintura, conjectura
que determinando mina delimitando.

O homem ao Real não se curva
ante estas quimeras dogmas
do racional, o antitético, tese, sintético.
No ultra,
vai-se trans, em passagem ao que
não se concebe com
descrição perfeita, mesmo com boa vontade,
onde a palavra é silêncio,
a vida, vida,
salva por salvar-se;
no outro o espelho de sí,
a transformação no comum coletivo,
o que se é, entre todos, ação.

quarta-feira, janeiro 31, 2007

POESIA - SOMBRAS DO IRREAL

Vivendo nos meios onde não está o meio,
por critérios, que são critérios,
perdição na consumação dos atos reflexos
do que é da condição do condicionado,
o meio não é entendido,
a perda da vida é feita
de mortalhas com que se adorna,
o víl dos tempos,
a razão dos contratempos.

Lógicas, lógicas,
delineações onde tudo é possivel,
porém onde não há a realidade,
o consideravel por muitos,
o pequeno da vida;
outros, o impulso,
outros, o impalpavel, o impossivel.

Em Deus algo nota,
entretanto Ele não é perscrutado, aprofundado, sentido;
em tudo o real, apenas se vê o irreal.

domingo, janeiro 28, 2007

POESIA - RAZÕES

No presente
esquecendo o que não é vívido
do excelso, consciente,
ultrapassando o que há
não havendo; motivo, razão das vidas,
escada onde se perde em descida.

O mundo rui,
próprio do que não é próprio,
o anatural substitui como lídimo
o suplantado, que deveria ser superado, natural.

sábado, janeiro 27, 2007

POESIA - VIDA

Viver a longa Vida,
tornar-se Vida,
eterno desafio ante o mundo
que carece de realidade,
de vida.

POESIA - DIPLOMACIA ILEAL DO IRREAL

Imparidade ao ileal
Quedado ao caos do trivial,
Sono, sono...
Dormem diáfanos em sonho
Todos os que vivem em contos.

Vidas almas ébrias
Necessitando viver
O que eleva, o negado, imcompreendido,
O que não normalmente
Nas vielas de todo tipo de cultura
Não ensina-se a SER por si mesmo.

Dependência, a criatura
(S)
(não) endo algo do ilusório,
s
Ébria de graças ou torpes tormentos,
Sendo, o que é da virtude ultrapassante,
Livre de todo ideal, limite, farsa da idiossincrasia,
A deploração em estado de comum diplomacia.

quarta-feira, janeiro 24, 2007

POESIA - IDEAÇÃO DE RUMOS VENCIDA

Descendo aos rumos
conducentes ao que
eleva ascendendo,
ultrapassando os limites
de todo instante, estado
limitados abaixo de um
outro superior estado,
a voz não é só voz,
ultra ao ultra,
sútil trans ao sútil,
coerência na via livre de toda via.

sexta-feira, janeiro 19, 2007

quarta-feira, janeiro 17, 2007

POESIA - À LUZ

Poética traduz
o que conduz,
o que há no roto,
o que há no novo.

Na compreenção da tradução
do que ocorre,
surge algo que vê,
comtemplando o que é verdade,
o que é ilusão.

A poética do sincero traduz
levando adiante mesmo a tipos de luz,
À Luz.

POESIA - ALÉM DO NADA

Nas veredas
andando a transpor
toda vela que não seja vela,
ocorre o fenômeno
de desprender-se
dos fenômenos.

Superior estado da criatura,
irrompendo do animal ou intelectual,
fazendo-se livre
de toda concepção
do motor gris.

Erguido além do além,
vida em príncipio de vida,
tudo no tudo,
dissolvido,
o nada,
além do nada.

quinta-feira, janeiro 11, 2007

POESIA - EGO SEVICIANTE

No impropério de agir
com o estimulo do vitupério
de prestar-se a denegrir, danificar, danar
o outro com ações
que gritam miséria.

Rangendo contra tudo,
o que corroi tudo,
no âmbito de uma vida feito regras
onde o outro por ser diferente
deve ser, mesmo que sutilmente,
resvalado as minimizantes esferas,
no que não existe o mínimo,
mas o que minimiza, esse, feito do que é roto,
autêntica miséria,
não o material propriamente dito,
o ego seviciante ao absurdo
tido como normal.

POESIA - MODUS

Nas profundezas
da quimera que surge
como modus ou modo
que urge a vida como inefável
sendo em realidade exécravel,
vê-se o quanto foi longe o senso de ser
sem senso
por um tipo de vida que corresponde
ao que a vida não responde.

domingo, janeiro 07, 2007

POESIA - O HOMEM PARA SER

Na vida sem paralelos
situando-se trans aos elos,
volvendo-se a existir,
a morte do casual, mesmo leviano ocorrer,
homens lutando para ser Homens.

Batalhas no cotidiano,
sem cessar a vida é o próprio
campo, simultâneo,
o próprio motivo,
onde se esquece até da apetência
de querer ou apegar-se a um tipo de viver.

Indo ao supra,
liberando-se de todos os limites,
o Homem para Ser.

sexta-feira, janeiro 05, 2007

POESIA - O DECAIR FEITO

Percorrendo todo o alimial
o sábio que se fez mediante a justiça
cala-se em agir diante de toda
a eloquência da impureza.

Os homens seguem e denotam
a falha dos anos, a perda dos seus próprios domínios de donos.
os mundos erguem-se, caem,
em movimentos que cada vez mais baixos
demonstram todos em que se subtraem.

Os sinais de uma humanidade
sem humanidade
perfazem-se na corrosão
do perfeito para o que é imperfeito,
o decair feito.

POESIA - HOMENS FEITO HOMENS

Nas próximidades
de um longinquo extempo,
a lógica sobre o extempo
rende-se a ver
que não há o tempo.

Física, leis, geometria,
sanando a todo Espírito, Alma
sanando da letargia
o conhecimento dos sábios
que ergueram-se das regras dos dias.

Trans a quimeras,
homens feito Homens,
o que não é das mediocres coisas,
o que é simples, de todos, deveras.

segunda-feira, janeiro 01, 2007

POESIA - ALÉM DO ALÉM

Poética vitória sobre as circunstâncias,
vivência intensa do intenso a não ser tenso.

O mundo e as batalhas para a queda,
um sinal de paz, calma, o silêcio é expressão do todo,
ouvido por poucos, o singular mistério comum ao desvelar a todos.

No Oni o completo
aniquilante do complexo,
plexos com seus nexos, sistemas negativos tomados como correntes,
positivos, coerêntes.

Na lide com o que não é de demonstravel lide,
isso que surge com o passar dos fatos que muitos notam como diferença.

Sendo, além do além,
o presente.

domingo, dezembro 31, 2006

POESIA - INCONSCIÊNCIA

Na proporção em que a voz se cala
ante o erro, a nomalia de ater-se ao ego,
adormece a alma
dotando-lhe mesmo calma;
porém é do vago,
a inconsciência assume o cargo.

A vida se perde,
ébria, em estados letárgicos vem o perecer
em ilusões que tomam a forma de modos, missões, ismos;
a idéia, a corrupção são tidos, inotados,
no irreal a consequência morrendo sem conhecer a interior, Real ciência.

POESIA - ALÉM DAS ALEGORIAS

Se tudo ocorre
sem o tino que percorre,
observando na elucidação, que vai ao desmistificar
ailusório, cumpre como vida
algo que conduz a saídas
para a autêntica saída:
o retorno de onde se veio; morte da teoria, vida pulsante, livre além das alegorias.

POESIA - DEVERAS

Sucessão de todo efeito
distorcido da razão pura de ser feito
o que veio como feto,

Brilhando como luz que salva
livre liberto de toda raiz que é da lavra
das lepras, homem persistindo a existir,
vindo a existir, existêncial sendo simples eliminando o sí quedavel símio

Homem sem eras,
o porvir é o presente,
fidedignal, deveras.

domingo, dezembro 24, 2006

Livros

LIVROS PARA DOWNLOAD DO V.M. SAMAEL AUN WEOR
Acesse os livros on-line do V.M. Samael Aun Weor através do endereço abaixo.

Essas são as cinco obras básicas do autor:

-Tratado de psicologia revolucionaria;
-A grande rebelião;
-O mistério do áureo florescer;
-Sim há inferno, sim há diabo, sim há carma;
-As três montanhas.

Clique abaixo:

http://curso.divinaciencia.com/livros.php , http://curso.divinaciencia.com/livros.php

segunda-feira, dezembro 18, 2006

POESIA - VIVÊNCIA EM ILUSÕES

Reminiscencias do erro
corroendo em gritantes apelos,
a languidês em palavras
fracas nas atitudes se faz forte

A morte em ações
que adulteram
fornece prazer
no adultério da natureza própria
que devia ser transcendida

Seguindo o erro
o homem se inferiomente altera
errando o caminho,
quedando no que supõe vida,
sendo o deleterio,
rio sujo que desagua a evaporar,
consumido nas próprias paixões,
vivência em ilusões

sábado, dezembro 16, 2006

POESIA - MOMENTOS LEVES

Momentos leves
o que traga
destroi a alma,
levados por correntes destoam
de toda a criação como glória

Os dias submergem,
o mundo se apetece
com o víl, o caos semeia-se fertíl
para o que é infertil,
a vida ébria fenece

O vital é cambiado pelo letal,
vãs sombras,
tudo se corroi

POESIA - GRAUS DE IGNORÂNCIA

Graus de ignorância

Colaborando com o caos,
eras destruidoras,
vingas que constituem terreno
para o que será como vingança,
o mundo destruido tragando
as vidas dos que desolaram a vida
transtornando o espaço comum
transformando-o abiótico,
distorcendo a esperança
lançando-a ao que não é digno de tal
lídima capacidade, ébria, tempos do fim,
graus de ignorância

quinta-feira, dezembro 14, 2006

POESIA - NA SOLIDÃO

Na solidão
Em que se encontra
Encontrando o que não
É do comum ou indo em oposição, contra.
Na síntese além do sublime
Onde afagos não convencem, não por ser ingrato,
Mas a inquietude que anima
Indo trans ao que se conote
Como de bom grado.

Homens vivendo
Ultrapassando âmbitos,
Súbitos, na serena calma e sua guerra
Contra suas estatizantes feras.
No infinito,
Trans ao infinito,
Trans a tudo,
Fluindo a seu direito, ser Rei do mundo,
Não do conceito comum,
Do íntegro, verdadeiro.

POESIA - NA SOLIDÃO

Na solidão
Em que se encontra
Encontrando o que não
É do comum ou indo em oposição, contra.
Na síntese além do sublime
Onde afagos não convencem, não por ser ingrato,
Mas a inquietude que anima
Indo trans ao que se conote
Como de bom grado.

Homens vivendo
Ultrapassando âmbitos,
Súbitos, na serena calma e sua guerra
Contra suas estatizantes feras.
No infinito,
Trans ao infinito,
Trans a tudo,
Fluindo a seu direito, ser Rei do mundo,
Não do conceito comum,
Do íntegro, verdadeiro.

terça-feira, dezembro 12, 2006

POESIA - O VÍL QUE ENGANANDO APETECE

Nos momentos tudo se perde
não vivendo o momento
ferindo a alma
o vão alimenta o víl que enganando
apetece

No caos da glória
de estar em pódios
de perdição
erguidos como topos de honra,
a desgraça, brindam com a autêntica
inotória desonra

O mundo segue
alguns vivem em vida,
muitos sucumbem no cotidiano em morte

domingo, dezembro 10, 2006

POESIA - O QUE VÃO APETECE

Nos limiares de todo encanto que é morte
fenece sem sentido
o que se faz padecer em distorcidas lógicas

O mundo pede
Todos pedem
O que cede
Vira mentira

Retirando-se de sí,
vira caos
desordenado, versado como túmulo
a vida já não é mais vida
perdeu-se por deixar de ser autênticamente vivida

Homens lançando-se ao caos,
a moral dos dias,
a imoral de aceitar-se como podre
exaltando o que fere, mata, morre

Dias, dias
mal vividos, eloquência ao vão justifica;
o que não importa é o que importa,
selos são feitos para inexistir
como irreal, mentira do seu mundo
exterior artificial pelos erros concebido,
como sombra escrava do "sí",
preferindo o que já conhece,
perdendo-se no que vão apetece

sábado, dezembro 09, 2006

POESIA - SEM NEXO

Homens sem nexo
com o próprio plexo
de suas mais importantes forças
desviados por seus erros à ir a auto-forca

Esquecendo de tudo
que não seja
o improfícuo,
vivendo para o aviver
consumando o de se destruir delito,
o homem não é mais vida
esquecendo o da criança sorriso,
o do recém nascido vagido

O mundo sofre,
todos esquecem-se de tudo
no tudo de seus mundos,
todos sofrem por seguirem quedados
cavando com a destruição os próprios túmulos

sábado, dezembro 02, 2006

POESIA - POUCOS PRÓPICIOS

Na multitude de toda
a não plenitude
quedam-se humanos inumanos
em fazer-se detritos
pólos de pólos de toda classe de apetências
incongruências, o vão, o poli desvaler

Perder-se em eras
perder-se em caos
retornar ao vago
em fluxo herdado do próprio vago
a vida perde-se em sumo
sendo sugada pelo que não é síntese, resumo

O lídimo cai
tempos de perdição
poucos visam sair do esquema de destruir-se
sair do modo dos vícios
a Homens ser própocios

Quanto ao índice de postagens

Quanto ao índice das postagens:

Infelizmente por problemas técnicos o índice de acesso as postagens não está aparecendo, isto será resolvido, ademais desejo boa leitura apesar do inconveniente.

sábado, novembro 25, 2006

POESIA - DANTES

Momentos calmos
no inarmonico,
sentindo a vida
como um feliz; ilúcido, nesse caso, "feliz", em coma.

Todos os dias se perdem
no afã de sensações,
o olhar mostra ébriação.

Tudo Dantes
feito presença,
queda em viva consequência.

Rompendo com o tino
de todo existir lídimo,
o que perde-se por meios dos meios
que não são dignos, vivencia em toda classe de ritimos.

terça-feira, novembro 21, 2006

O planeta Hercolubus - O relato do V.M. Rabolu


Tema um tanto atual e deveras sem par é o de nossa instabilidade geológica, que assola de forma cada vez mais forte o Planeta. Há prognósticos e estatísticas, avaliações científicas sobre o problema. A questão que permanece aos pobres mortais é que não se dá importância essencial ao que ocorre catastroficamente, a visão vã que abre e folheia os jornais, e, despercebidamente com os dias as imagens desoladoras que vão sequencialmente surgindo, também nas emissoras televisivas; seguindo nessa modalidade de apreensão e avaliação de notícias onde esquece-se de tudo que foi visto de assombrosa forma natural sem importância ao vital. Indícios de uma época de superficialidades? A cada um cabe a resposta.
Apontando seguramente o quadro que há quanto ao ocorrente no planeta, um índio colombiano chamado Joaquim Henrique Amortegui Valbuena, o V.M. Rabolu, indivíduo de toda forma singular, que atuou em cerca ou em mais de quarenta países do mundo entregando a sua sabedoria acerca de auto-conhecimento e o conseqüente conhecimento acerca do infindo universo, Gnose, Gnosticismo. V.M. Rabolu, indo precisamente ao cerne desse texto, escreveu uma obra lançada em meados de dois mil, período em que veio a falecer, intitulada "Hercolubus ou Planeta Vermelho" que trata-se de um livro contundente e diretamente esclarecedor com precisão quanto ao seu conteúdo de previsões e análises do que sucede a terra.
O livro relata acerca da existência de um planeta gigantesco, cerca de cinco, seis vezes maior que Júpiter, fato conhecido pelos cientistas, que aproxima-se periculosamente do nosso planeta, com conseqüências que serão descritas mais adiante, além do resultado dos testes atômicos no oceanos que como o autor descreve é um corpo vivo que inala e exala e ao isso realizar contamina a biosfera, além de provocarem gretamentos, aberturas no fundo onde se encontra o oceano, concluindo-se isso em catástrofes como maremotos, terremotos e o aquecimento das águas devido ao contato com o fogo do interior terrestre. Aborda quanto a vida interplanetária enfocando dois planetas (Vênus e Marte) fornecendo detalhes quanto ao modo de vida desses seres e a atuação cabal que terão em auxiliar os humanos terrestres, aqueles que sejam selecionados a serem resgatados do cataclisma que lentamente se irá desencadeando. O cataclisma, esse, trata-se das conseqüências dos já mencionados testes atômicos e também quanto a influência que ocorrerá no eixo da terra devido a todo o quadro invertendo-o, submergindo a superfície onde vive-se na água. O caos que assolará a vida no planeta.
Com a aproximação de Hercolubus a alteração da vida se fará mais constante, o dinheiro sumirá, as grandes potências (países) ficarão em ruínas, os já citados tremores, terremotos, indícios do caos, surgirão. Doenças sem resolução pela ciência oficial se farão presentes quando o Planeta Vermelho se por ao lado do sol. Epidemias...
Anteriormente nesta resenha mencionou-se quanto da seleção de humanos a serem resgatados pelos seres viventes em outros planetas (em naves interplanetárias) em relação a essa questão ou modo de atuação ao cabível resgate, os dois últimos capítulos do livro explicam o modo acessível ao conhecimento do proceder nesses quesito. Tratam-se seqüencialmente das partes chamadas "A morte" e o Desdobramento Astral".
"A Morte" ensina a didática de como proceder a eliminar o Ego, eu psicológico que converte o ser humano em algo perverso com as características comuns a esse, os defeitos capitais como citados no livro a luxuria, a vingança, a ira, o orgulho, etc., ao realizar ou por em prática esse processo aquele que dessa maneira agir irá aumentando sua essência, alma, e separando-se do círculo involutivo da humanidade assim tão comum.
Em "O Desdobramento Astral" é ensinado como realizar ou por em prática a faculdade de nome homônimo, igual ao do capítulo, que se trata do fenômeno do quando ao dormir o corpo físico, o que permanece na cama em repouso, um corpo sutil, chamado astral, desprender-se e ir a quinta dimensão, onde se realizam os sonhos, que tal como é explicado ao efetuar-se o citado fenômeno de forma inconsciente a experiência que recorda-se então é a de um sonho. O livro esplana a didática de como fazer o desdobramento de forma consciente e mover-se fora do corpo físico a vontade elucidando as possibilidades de conhecer pessoalmente anjos, hierarquias, a virgem, ensinando a viajar dessa forma por meio do Pai interno, "Espírito Divino" como o próprio autor escreveu.
O V.M. Rabolu textuou: "A desintegração dos defeitos e o desdobramento astral são as únicas fórmulas que há para o resgate". Algo de interessante a ser salientado é que esse acessível livro no Brasil já atingiu 90.000 cópias impressas na oitava edição e encontra-se na nona e é best-seller em alguns outros, como também foi traduzido em cerca de dez idiomas e distribuído em mais de vinte países.
Na contra-capa do livro há estas afirmações: "O que afirmo neste livro é uma profecia a muito curto prazo, porque me consta o final do planeta, conheço-o. Não estou assustando, senão prevenindo, porque tenho angústia por esta pobre humanidade já que os fatos não se fazem esperar e não há tempo a perder em coisas ilusórias".

Nota: O livro continua sendo impresso e já atinge cerca de quarenta países ou mais.
Imagens: divulgação.

Samael Aun Weor (Vídeo) - La Tercera Guerra Mundial

Fala sobre a terceira guerra mundial, profecias relativas, sendo a tewrceira considerada a pior; a que vem. O desaparecimento das principais cidades do mundo com as explosões nucleares.

terça-feira, novembro 14, 2006

IMAGEM

POESIA - CONCEITO DE VIDA

Morrendo pelo imoral
Que é a moral
Vidas condicionam-se
À ser algo,
No algo um conceito, um estado, condicionação.

Trilhas perdidas,
Na ilusão isso segue,
Existindo sem existir, perâmbulando

POESIA - MENTIRA

Na integra
Não existe integra,
Dissipando tudo,
Tudo é nada,
Nada é tudo.

Surgem verdades,
Morrem.
A verdade morreria
para nascer outra sendo idade?

O tempo refere a verdade,
Verdades?
Uma única e várias nascem das idéias,
juntando emaranhados.
Viver na mentira é uma regra dos séculos.

quinta-feira, novembro 09, 2006

POESIA - DESVELAR

Recente,
crescer sem o ressente.
Vida, ânimo, calma.
Estudo ininteligivel ao só tangivel,
a voz dos céus,
Deus,
Ele, retira os Véus.

POESIA - DISPOSTO

No espaço
entre todos os passos
longas evoluções,
resta saber à que são, se real ou ilusões.

Posto à não ser disposto,
ser vida,
sem quedas, vida,
mesmo quando queda
não sendo caído; vida Real, sem mentiras.
Liturgia do autêntico,
vida sem conceitos de vida.

segunda-feira, novembro 06, 2006

POESIA - CONSTANTE

Na totalidade;
não há totalidade.
Estado de pleni;
não há o pleni.

Não há limites, o Universo é constante.

SOBRE O PROBLEMA COM AS POSTAGENS

Problema resolvido, no entanto a ordem não está na das datas que foram publicadas.

segunda-feira, outubro 23, 2006